chega o medo, o medo é um pássaro negro que poisa no peito.
É um caminho sem fuga, uma dor que aperta e agonia, um pulmão sem ar. A cor do medo é cinza, um nevoeiro frio que desce e envolve o coração.
O medo tem muitas caras e a pior é a que nasce pelos que queremos proteger. Este medo são correntes que nos tolhem o amor. O medo por um filho faz de nós animal encurralado pelo futuro.
Precisava de ter superpoderes e não tenho.
(post SAPO 8/2018)
Longe da "exaltação" inicial da entrada na blogosfera, hoje, reduzo-me a um pequeno núcleo de blogues que me despertam interesse. Cada vez mais pequeno. Dispenso blogues sobre política, "noticiários" quase réplica dos restantes órgãos/meios de comunicação social. Não consulto os blogues de "colunáveis" da blogosfera pois por serem "de referência" despertam a minha veia "do contra" e, para além disso, vejo os seus autores noutros suportes a dizer as suas coisas, daí já não me apetecer ver o que dizem por esta via. Não tenho paciência para blogues quase só feitos de imagens, muito menos os que seguem à risca o mote "uma imagem vale mais que mil palavras". Para isso vou a sites de fotografia, que os há aos molhos, e escolho eu as fotos de que gosto. Cada vez menos me interessam as polémicas, os intensos debates sobre as opiniões/posições políticas e afins de uns quantos blogues opositores também tidos como "de referência...
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