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Mensagens

A mostrar mensagens de 2009

Coisas que celebro

Já eu, eu sei bem o que celebro. Depois da perda maior, há tantos anos e que parecem apenas minutos, daquele que foi o meu grande orgulho, o exemplo de vida, inspirador, o pilar que sempre me amparou, o meu pai, celebro a cada dia a existência da minha mãe, quente e macia, o amor que me transmite nas reprimendas suaves, a preocupação exacerbada pelos filhos, pelos netos, pelo futuro. Celebro a minha mãe, viva. Em cada dia ao acordar, a essa hora em que eu peço a alguma entidade divina que me conceda repetir por décadas.

Da vergonha e do Horror

Falar de maus tratos não é como falar das nossas neuras e preocupações comezinhas. Falar de maus tratos traz imagens de rostos frescos de menina amarfanhados de negrões e inchaço. Traz raiva e angústia por ser tão difícil de resolver por ser tão difícil de parar, porque quase nunca pára assim, depressa, como se queria. Ter à nossa frente alguém que é vítima de maus tratos às mãos de outro alguém diminui-nos e envergonha-nos enquanto testemunhas do que nunca podia acontecer. Sobretudo quando esse outro alguém são os próprios pais. Eu sei que as instituições existem, os núcleos de apoio, a denúncia, as casas de acolhimento ,os psicólogos, o diabo a quatro mas não é isso que a vítima quer. A vítima só quer que aquilo pare. E que a amem e a deixem sentir segura e protegida e fazer o que é suposto fazer. Que é amar os pais ainda que eles sejam umas bestas.

Tenho andado para

escrever sobre o tema. Preciso de escrever sobre o tema. Ainda não é hoje que vou conseguir.

Recebi isto no email

sobre o cancro da mama. E acho que como em todas as campanhas, a originalidade conta meio caminho para a obtenção do sucesso.* *Contra o Cancro (LPCC). Cancro da mama mata quatro mulheres por dia em Portugal «Todos os dias são detectados 13 novos de casos de cancro da mama e em Portugal morrem diariamente quatro a cinco mulheres», afirmou Mário Bernardo, coordenador do programa de exames de rastreio do cancro da mama na zona sul do país promovido pela LPCC desde 1997.

Lollipops

Fã. por alguma razão a imagem não apareceu inicialmente. mas só com ela o post faz sentido...;-)

E depois também já disse

por aí algures nesta xafarica que, quanto maior é a formação ética e moral de um cidadão - lato sensu, ou então cá sem floreados amaricados do latim, quer-se dizer que seja ele gajo ou gaja - maiores serão as probabilidades de vir a dar um bom titular de cargo público, semi ou afim. [ ando com vontadinha de retomar a vertente coisó-interventiva-filosófica-reflexiva aqui da coisa.]

As pessoas,

no sentido da pessoa humana, são capazes do melhor e do pior. E eu tenho a felicidade de ir coleccionando as que se enquadram no primeiro destes pressupostos.* *mas também a infelicidade de não conseguir desviar do meu campo de visão quotidiano as que se enquadram no segundo ainda que tudo façam para que os outros julguem que não. Confusos? Objectivo atingido.

Eu sei que já tinha dito isto

algures lá para trás e que passo a vida a repetir-me. Também sei que a sigo desde os seus tempos de blogspot. Mas a verdade é que nos inúmeros makeovers que este blog já sofreu, [e há-de sofrer , coitado...] vão-se perdendo os links e esta mulher faz-me falta aqui: (...)Melhor dizer que o meu vício tem apurado, que perdi a vergonha e o medo e que adoro sentir-me vulnerável ao lado de quem para mim é único, totalmente diferente e com um percurso de vida inigualável. Pelo menos durante esse pequeníssimo espaço de tempo em que vivo totalmente desembaraçada da razão e invento o amor que quero para mim e para o meu amor... Porque escreve que se farta, porque é dona de um humor mordaz e refinado, porque me identifico com ela e porque me lembra a toda hora ruas do Rio de Janeiro por onde já me passeei...

Este post

* é favor ir lá abaixo ao post dos seguidores, por obséquio. daqui da Gaja da F ranja lembrou-me, para além do facto de também gostar da Cathy e do sentido de humor refinado com que goza com os males de nós todas Gajas, que eu própria tenho uma panca imensa pela Maitena... Ora aqui está o meu retrato sem tirar nem pôr!

Esta coisa

de ter seguidores até nos dá uma responsabilidade assim maior de ter isto sempre actualizado, limpinho e bem-apresentado e tal. Mas agora não posso, moços. Vá, não fujam lá, só mais um bocadinho de paciência que eu volto em todo o meu esplendor de potencial nobelizada e cenas.

Yeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee!***

Já tenho 3 (TRÊS!) seguidores! 4, são mas é (QUATRO!) 4, pensam o quÊ???5, são 5, qual 4 qual quê, 5! lá, lá, lá (CINCO!) quem é a maior, quem é?? mas quem é que falou em 5 hum? são 6, Ó yé 6, (SEIS!) a minha popularidade está a subir em flecha 6! *** brigada miga Xica, mais recente seguidora! ** margarida, bem-vinda :-) *Fátima, a que eu penso que é, de c.v.?? :-) embora ainda não perceba muito bem para que serve a cena e em que é que se distingue do linkar pura e simplesmente os blogues de que gostamos, mas pronto. Yeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee!

Acabo de aprender

numa série de TV, um provérbio japonês que é assim qualquer coisa de transcendente, como sempre acontece com todo o conhecimento que nasce da sabedoria popular. "Prego que se destaca, leva com o martelo". E só me ocorre é sorrir...

Precisa-se

inspiração.

A capacidade

de esboçar um sorriso e elogiar alguém, é directamente proporcional à capacidade de afirmação e conquistar respeito de quem a pratica. Hoje tive a alegria de o experimentar na pele.

Lei de Murphy

Encontrei uma moeda de 2 cêntimos no chão, à entrada do supermercado. À saída, na caixa, despejei todo o conteudo do porta moedas no chão o que me obrigou a andar a apanhar moedas, grandes, pequenas e assim-assim, espalhadas aí por uma área útil de uns 300 metros quadrados, enquanto os utilizadores das caixas mais próximas gozavam o pratinho...

Vontade de Voltar

aonde nunca estive.
As histórias, quando cortadas a meio, deixam um sabor doce. Quando uma linha de HTML e uma figura de estilo dizem tudo o que quereríamos ter escrito num romance épico de 200 páginas em letra Times New Roman 8, espaçamento 1,5.

Não, desculpem lá...

..." narinas adormecidas " é lindo.* * ou de como nunca, mas nunca, se deve reler com olho crítico um post escrito 24 horas antes e publicado sem correcções, a não que se esteja sob o efeito de substâncias psicotrópicas....

Ora então a ver se aprendem como dar uma resposta em condições, quando vos lançam um desafio assim*

* dedicado aos queridíssimos 743 leitores que tiveram a amabilidade de deixar um comentário no post abaixo... Pode ser o aroma do café. O de verdade, a sair em volutas da cozinha até às minhas narinas adormecidas ou a sua simples lembrança, ainda difusa. Ou pode ser a antecipação de alguma coisa muito desejada e planeada. E que nesse dia se vai, enfim, concretizar. Uma compra, a viagem que tem no final o prémio que mais queremos, um concerto único, uma tarde de copos numa esplanada à beira-mar. Pode ser uma de tantas coisas. Mesmo aquelas de que não fugimos [mas apetece] porque assim não tem que ser, os muros que continuamos a derrubar, a resposta que ficou por dar, o prazo que tem que se cumprir, a conta por liquidar. Os rios que ainda não inventámos com a meta de os atravessar. Tudo o que ainda nos falta alcançar. Tudo ou então nada. Pode ser. Ser só e sempre a vontade [indómita]de continuar.

Herberto, completo...

Não sei como dizer-te que minha voz te procura e a atenção começa a florir, quando sucede a noite esplêndida e vasta. Não sei o que dizer, quando longamente teus pulsos se enchem de um brilho precioso e estremeces como um pensamento chegado. Quando, iniciado o campo, o centeio imaturo ondula tocado pelo pressentir de um tempo distante, e na terra crescida os homens entoam a vindima - eu não sei como dizer-te que cem ideias, dentro de mim, te procuram. Quando as folhas da melancolia arrefecem com astros ao lado do espaço e o coração é uma semente inventada em seu escuro fundo e em seu turbilhão de um dia, tu arrebatas os caminhos da minha solidão como se toda a casa ardesse pousada na noite. - E então não sei o que dizer junto à taça de pedra do teu tão jovem silêncio. Quando as crianças acordam nas luas espantadas que às vezes se despenham no meio do tempo - não sei como dizer-te que a pureza, dentro de mim, te procura. Durante a primavera inteira aprendo os trevos, a água sobrenatural...

Tantos anos nisto

e sempre a tropeçar em descobertas. É do que gosto, sobretudo, na blogosfera. Tenho alguns poucos eleitos que vou seleccionando cada vez menos pela qualidade da escrita, porque me põem bem disposta, porque me fazem pensar, porque gosto, porque sim. E depois, a partir de alguns desses , a espaços, sempre raros , descubro outros. Desta vez foi a Margarida que, lida de um fôlego do princípio o fim, me deixou na dúvida se ela não serei eu própria.* * apenas com a ligeira diferença de que gostaria de saber (d)escrever tão bem as coisas do amor quanto ela o faz. :-) ** com adenda: Deixa-me só dizer-te que existe

Mantra do dia-a-dia, para recitar sem respirar

Trabalhou o dia todo. Chega a casa quando a noite já se instalou mete a chave na porta dá duas voltas entra atira os sapatos para um canto abre os sacos tira a carne que acabou de comprar pisa os alhos acende o forno dá água às plantas - a hortelã e os coentros já tão crescidos, ainda ontem eram semente ... - aproveita para apanhar a a roupa seca do estendal deixa que o olhar se perca no horizonte já escuro vê as luzes dos carros que passam com destino - alguns deles não, quem saberá... - recolhe a roupa suja para lavar do cesto da casa de banho enche a máquina roda o botão para os 60º dá volta à carne põe água ao lume lava o arroz arranja a fruta e põe a mesa lava a loiça do almoço faz as camas olha de esguelha para o computador o email está vazio foge-lhe um suspiro dá comida ao peixe muda a água à tartaruga monta a tábua passa a ferro liga a televisao tira o som fecha os sacos do lixo separa as garrafas e os papéis inspecciona os armários - que raio vou vestir amanhã? - manda os...

Está a tornar-se repetitivo (com adenda)

eu vir aqui dizer que "ah e tal, olha só que coisa gira que eu vi no blog da moi chéri" . Eu sei. Porque é exactamente o que vou fazer outra vez no post a seguir. E vai ser só a seguir porque é aquilo que quero dizer e não isto que digo agora é por isso que tem que ficar em destaque e não integrado práqui nos finalmentes deste próprio post. Pronto. Recapitulando, eu sei que isto está a tornar-se repetitivo mas a verdade é que não ando a ver muito mais blogues ultimamente. Para além de ter o pc cheio de viroses daquelas que me espetam com janelas de publicidade várias de 5 em 5 segundos, eu própria ando atacada com uma espécie de regurgitamentos blogosféricos e sinceramente não me apetece (quase) nada as leituras do costume com os onanismos do costume a dizerem mal dos seus ódios do costume. Ok. Era isto. E a seguir era só pra dizer que, a lembrança da moi chéri sobre as músicas do Jorge Palma, hoje caiu-me no colo como se fora uma premonição... * a adenda é pra dizer (dasse,...
"O meu mundo tem estado à tua espera; mas não há flores nas jarras, nem velas sobre a mesa, nem retratos escondidos no fundo das gavetas. Sei que um poema se escreveria entre nós dois; mas não comprei o vinho, não mudei os lençóis, não perfumei o decote do vestido. Se ouço falar de ti, comove-me o teu nome (mas nem pensar em suspirá-lo ao teu ouvido); se me dizem que vens, o corpo é uma fogueira – estalam-me brasas no peito, desvairadas, e respiro com a violência de um incêndio; mas parto antes de saber como seria. Não me perguntes porque se mata o sol na lâmina dos dias e o meu mundo continua à tua espera: houve sempre coisas de esguelha nas paisagens e amores imperfeitos – Deus tem as mãos grandes”.* Maria do Rosário Pedreira. *demasiado bonito - e oportuno - para ficar escondido aqui ...

Quando se recebe

um convite endereçado pelo grupo* para assistir a vai-se. * obrigada. :-) Com adenda : Vai-se. Ainda que no último dia e entrando a más horas. Que é como quem diz que quase perdia a saida da banheira. Mas não perdi, tal como não perdi a doçura dos monólogos, a actriz no seu melhor, entre a loucura do amor, a serenidade das certezas ou a insegurança da esperança...Não perdi nada, ainda que com saidas a meio para xixi da gaja pequena e mais um ataque de tosse alérgica inoportuno quase quase no fim... Mas que interessa tudo isso se ainda deu para aplaudir de pé. Foi bonito, parabéns ana. (a moi chéri ali na coluna do lado que é demasiado tarde para tar a pôr links, cum caraças.)

Tenho alguns

textos em draft. Linhas deitadas ao acaso para o éter, sem limitações de tempo ou hora marcada. Conversas comigo própria, que amainam a ressaca da vontade da escrita que me ataca a espaços. Numa delas, dizia- me [a mim, sim, dizia a mim mesma e não a vocês aí desse lado por contraditório que pareça, porque o que me interessa verdadeiramente é a mim que digo e a mais ninguém] que este blog não é autobiográfico. Apeteceu-me passar para o papel este disclaimer , escarrapachá-lo ali na coluna do lado. E depois então, só depois, prosseguir. Porque a pachorra tem dias e nenhum deles é para escrever o que depois irá ser interpretado e dissecado como se fora a história das nossas vidas. O que acontece - sempre - neste tipo de blogues que se convencionou catalogar de mais intimistas . E assim me abstenho de escrever. Por isso opto por blogues anónimos que vou criando e apagando, que faço viver e mato depois a meu bel-prazer, que controlo eu e só eu e por onde espalho as palavras que não cab...

Às vezes

há pessoas, coisas, cumprimentos breves, um sorriso honesto, um actor na solidão do palco, pequenos nadas, a estrofe perdida de um poema - E peço ao vento: traz do espaço a luz inocente das urzes, um silêncio, uma palavra* - emoções, o acorde que se faz lamento na guitarra. a arte e a inquietação que sempre faz nascer em nós, objectos sem sentido aparente, que me fazem ter vontade de voltar a escrever neste blogue. * Herberto Helder, nota-se muito que fui ver a peça?

Melhor Elogio

que uma gaja - que é Gaja - poderia receber: Tens um par de t..........tintins [vá] maior do que alguma vez terão muito meninos de barba rija que por aí andam, dasse!

Pelos vistos

continuo a ser tããããããããão importante para alguém que, ao invés de ir festejar a vitória do PS ao ganhar a Câmara de Beja, preferiu vir brindar-me a caixa de comentários de um blogue que ninguém lê e que está fechado há meses, com o comentáriozinho viscoso, baixo e venenoso, típico das cobras que só saem debaixo da pedra quando há sol. A diferença é que eu, "querida"/o, ando há mais de 12 anos à luz do dia, de cara lavada, coluna direita, provas mais que dadas e reconhecimento social à farta. Vê lá se estou preocupada. E assim vou continuar, faça sol ou faça chuva, balance para a esquerda ou para a direita, de consciência tranquila. ao contrário de ti...

Vale a pena

ir ver isto! e podem ver mais informações aqui

LetrasTrocadas*

*era capaz de passar horas nisto... só é preciso clicar em cima para ver maior.
Na minha terra, que como toda a gente sabe é a Terra Santa Alentejana, os mais velhos, esses inesgotáveis repositórios da ancestral sabedoria popular, essa que nunca falha porque cimentada na experiência da vida, usam expressões que são verdadeiros tratados do conhecimento da condição humana. Lançam-nas pró ar, zombeteiros, enquanto se encostam à sombra do chaparro e assobiam às ovelhas tresmalhadas. Competem entre si, à desgarrada, ao balcão da tasca emborcando copos de 3 enquanto vão fiosofando sobre os ventos e acalmias da planura. Olham para a vida que corre, irónicos e mordazes, com a serenidade que advém das certezas de quem já viu muita água a passar debaixo da ponte do Guadiana e sabe que ainda há-de passar por ali outra tanta. Uma das que mais gosto é "Ó filha/o cantas bem mas nã m' alegras" mas a melhor melhor melhor é "Deix'ós poisar...".

E não

não me importo nada de repetir*. Foto: Mar * mas desta vez com sangria de champanhe.

Touché

"A influência da inveja na nossa vida é tão menor quanto maior for a nossa satisfação com aquilo que, efectivamente, temos - e que não precisamos de cobiçar. Em contrapartida, é um sentimento tanto maior e corrosivo quanto mais as nossas vidas forem amargas e rançosas." esta mulher parte-me toda.

De vez em quando

passo temporadas sem comprar o Expresso. A correria da vida, o tempo que não deixa espaço para mais do que uma passagem breve pelas gordas dos jornais diários, a net como acessório indispensável para saber sempre as últimas do país e do Mundo . Um conjunto de impedimentos que não são mais do que desculpas e que usamos para justificar tudo o que na vida não tem justificação. É quando o torno a comprar e me sento a ler de fio a pavio numa esplanada ao preguiçoso pequeno almoço de fim-de-semana que me lembro porque o fazia religiosamente, meses atrás. E a razão é só uma: e Única. Cada Revista Única é uma pérola - única - que apetece coleccionar como se fosse mais um tomo de uma pequena-Grande Enciclopédia. Cada uma fornece informação que não se repete - apesar de muitos dos jornais de maior tiragem já editarem também revistas ao fim-de-semana, numa imitação que fica muito aquém da original, como sempre acontece quando se trata de imitações versus material genuíno. Cada uma "obriga-...

Da Perda*

Vivemos depressa demais, em dias curtos e noites loucas. Ou insones, conforme o caso. Passamos pela vida assim, desta forma veloz e breve, convencidos de que a aproveitamos, que esprememos ao máximo o que tem para nos dar, por entre euforias e depressões e neuras e alegrias. Sempre a correr que não há tempo a perder. E temos as pessoas ali à mão . Podemos passar dias e semanas sem as vermos. Podemos até pensar que tenho que telefonar, chatice ainda não foi hoje, logo ligo amanhã . E até pode passar outra vez amanhã. E depois. Porque as temos ali mesmo à mão . Se não fôr agora é mais logo, do fim-de-semana não passa e não vem daí crise ao mundo. É assim com os amigos. Os de verdade. Só com esses nos podemos dar ao luxo de saber que nada muda, mesmo que meses se passem sem que troquemos uma palavra. Eu sou assim com os meus amigos. Os bons. Sei-os ali à mão , se precisar, quando precisar. Eles sabem de mim o mesmo. E passam semanas sem vozes ou abraços, que não impedem que o telefonema s...

09/02/1955 - 03/05/2009

Gostaria que a minha memória fosse uma das mais felizes. Gostaria de deixar um sorriso radiante quando o dia terminasse, Gostaria de deixar um eco que rodasse suavemente pelos caminhos, de tempos alegres e sorridentes de dias felizes e brilhantes, Gostaria que as lágrimas daqueles que sofrem secassem perante o sol, De memórias felizes que deixo para trás quando o dia terminar. Joaquim Figueira Mestre Amigo, os zurzais já piaram.

É isto, é mesmo isto...

Mas vamos, estamos, elementares e claros, porque ir, estar, desfilar, sorrir, acenar, partilhar, enriquece mais do que a reticência e fortalece mais do que a indiferença. Em Abril como no resto da vida. Ainda que concordando, na íntegra, com tudo o que ele diz...lamentavelmente.

Corrigi

os erros ortográficos ali de baixo. Isto só para justificar a quem cá ainda venha, por ter visto nos feeds ou lá o que é que actualizei o blogue, que não, não actualizei*. Só corrigi umas coisas. Era isto. * apetecia-me mais era actualizar o template....

Não é todos os dias

que um blogue que anda pelas ruas da amargura como este é agraciado com um prémio. Mesmo 'canininho' e maneirinho - assim à semelhança da dona do dito - é um prémio. E aquilo que pressupõe o tal do prémio é algo de muito importante para gaja que é gaja e se preza, como é o caso aqui da Je. Este: foi-me entregue pela Emiéle e é também o único que alguém me atribuiu. E é-me atribuido na pior altura de sempre que este blogue já viveu, a da ausência da sua progenitora. Ainda assim, a Emiéle acha que o mereço. E eu também.;-) Vale por isso tudo. Obrigada amiga. Passar é que já não passo, não ando propriamente cotada em alta nas relações sociais aqui da coisa. :-)

Pequenos nadas

que fazem dias especiais. Inesquecíveis. Como uma praia quase deserta onde nós reinamos. Detalhes que tomam, sem o saber, proporções de uma gigantesca construção. Afectos que, dados e recebidos, formam seres humanos sólidos, grandes. O nome escrito na areia dentro de um coração. O dela e o meu. Pequenos nadas.

Cenas de Gaja

Tal como noutras matérias, mudar compulsivamente de Template é mesmo cena de gaja. Concluí este brilhante pressuposto depois de, com o nariz torcido e uma indefinível sensação de há algo que não está bem mas não sei explicar o quê (mais uma das inquestionáveis cenas de gaja, esta certeza absoluta de algo que, venha quem vier dizer que não, não vês que não há problema nenhum minha querida, isso deve ser só TPM e tal , é um dado absoluto), ter decidido que este template não vai nem aquecer o lugar. E isto, minhas amigas, é exactamente aquilo que se passa connosco em áreas da vida tão igualmente importantes quanto o não sabermos o que vestir enquanto olhamos para um armário que rebenta pelas costuras. Significa, pois então, que o nosso apurado sentido estético, a vontade de sermos mais arrojadas e de imprimir o inimitável toque de originalidade na nossa aparência, nos compele a ir sempre mais além, não parar nunca nem nunca nos darmos por satisfeitas. Diria mesmo que, sem estas caracteri...

Melhor ainda

que ir esta noite assistir ao espectaculo dos Micro Audio Waves no Pax Julia, é fazê-lo a convite de um dos músicos da banda, o Flak, amigo de longa data. Cof, cof...eu sei. Os Micro Audio Waves venceram o mais cobiçado galardão dos prestigiados Qwartz Electronic Music Awards. O tema "Long Tongue", do seu último disco "Odd Size Baggage", conquistou o primeiro lugar na categoria "Melhor Música" em 2008. Esta noite, em Beja. A prosseguir, depois do espectáculo, para beber uns canecos nas tascas da cidade. E sim, estou a gabar-me.

Prontos, tá bem

o template até é XPTO e coiso mas porque é que ainda não descobri ( e a bem da verdade, vá, também nunca o consegui fazer da última vez que tive um template assim todo cócó ) para que servem ali aqueles coisos em cima, que ficam tipo com um borrãozinho quando lhes passamos a mão p'o pelo? Hum? Alguém me explica?

Não deve durar

muito tempo, mantendo a ancestral tradição da mudança de template nesta xafarica a cada (frequentíssima) vez que à proprietária lhe dá um vipe. Mas já que a malta tem que entrar no espírito da mudança de estação e abelhinhas e passarinh(a)os e tudo a renascer e essas cenas, tomem lá um cheirinho a Primavera. *para além do mais o template tem o sugestivo nome de "Seabreeze". Querem mais adequado para a Mar?

A situação

já está reposta, Emiéle !* Com beijoca. * ou de como a amizade move a gaja mais preguiçosa, desleixosa , nãotounemaí osa e demais coisas terminadas em osa do mundo...;-)

A exposição que aquece o coração

"A colecção integral de artefactos criados pelo espanhol José António Portillo, designada “Artefactos para contar e criar histórias”, é exposta, pela primeira vez em Portugal, na Biblioteca Municipal de Beja. “Portillo é um docente/pedagogo espanhol que no dia-a-dia se debatia com o problema com que todos os docentes se debatem: a dificuldade em colocar os seus alunos a ler e a escrever”, refere Cristina Taquelim, técnica da Biblioteca Municipal José Saramago, para explicar o ponto de partido da mostra, agora exposta em Beja. Bibliotecas impossíveis , manuscritos inverosímeis , livros de nós , um Museu do Tempo construído para preservar o tempo – o presente, o passado e o futuro – do saque dos homens cinzentos, caminhos orgânicos – os que fazemos todos os dias e projectam a nossa sombra sobre o espaço urbano – tudo é pretexto para a relação com a palavra e a memória, um convite a olhar, a escrever e a contar. A dimensão desta mostra, composta por mais de oito toneladas de materi...

Em directo

a assistir na SIC à entrevista conduzida pelo Mário Crespo à Dra. Maria José Morgado é, para mim, irresistivel dizer isto: Reitero, em absoluto, o conteúdo do post que fiz há tempos atrás. (o link vem depois, com mais tempo). Incrível. Magistralmente cilindrado pela inteligência, grande postura e sobriedade da Senhora Magistrada. A comunicação social tem que aprender a resistir ao que é mediaticamente irresistível para se tornar séria. Grande mulher!