o sorriso. a rasgar caminho, iluminando breu e medos. Resolutamente, como se uma pedra sobre outra pedra e, de repente, um pilar e logo depois a ponte inteira. Tão simples como a mais clara linguagem, mais complexo que o mais completo Tratado. Sem dar por isso, um livro inteiro, aberto, traduzido, claro e lesto como água cristalina. Sem amarras. Como se os campos fossem tela em branco por onde riscar sem rumo ou plano e a seguir um poema brotasse da imensidão do verde. As descobertas mais gratas fazem-se inesperadamente. *à ana prometo que é só mais esta, nem poderia deixar de ser, por tudo o que me diz a imagem e mais a frase...
um blogue que fala de apanhar estrelas, beijar bonecos de neve e adormecer nas nuvens.