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Mensagens

A mostrar mensagens de fevereiro, 2009

Não deve durar

muito tempo, mantendo a ancestral tradição da mudança de template nesta xafarica a cada (frequentíssima) vez que à proprietária lhe dá um vipe. Mas já que a malta tem que entrar no espírito da mudança de estação e abelhinhas e passarinh(a)os e tudo a renascer e essas cenas, tomem lá um cheirinho a Primavera. *para além do mais o template tem o sugestivo nome de "Seabreeze". Querem mais adequado para a Mar?

A situação

já está reposta, Emiéle !* Com beijoca. * ou de como a amizade move a gaja mais preguiçosa, desleixosa , nãotounemaí osa e demais coisas terminadas em osa do mundo...;-)

A exposição que aquece o coração

"A colecção integral de artefactos criados pelo espanhol José António Portillo, designada “Artefactos para contar e criar histórias”, é exposta, pela primeira vez em Portugal, na Biblioteca Municipal de Beja. “Portillo é um docente/pedagogo espanhol que no dia-a-dia se debatia com o problema com que todos os docentes se debatem: a dificuldade em colocar os seus alunos a ler e a escrever”, refere Cristina Taquelim, técnica da Biblioteca Municipal José Saramago, para explicar o ponto de partido da mostra, agora exposta em Beja. Bibliotecas impossíveis , manuscritos inverosímeis , livros de nós , um Museu do Tempo construído para preservar o tempo – o presente, o passado e o futuro – do saque dos homens cinzentos, caminhos orgânicos – os que fazemos todos os dias e projectam a nossa sombra sobre o espaço urbano – tudo é pretexto para a relação com a palavra e a memória, um convite a olhar, a escrever e a contar. A dimensão desta mostra, composta por mais de oito toneladas de materi...

Em directo

a assistir na SIC à entrevista conduzida pelo Mário Crespo à Dra. Maria José Morgado é, para mim, irresistivel dizer isto: Reitero, em absoluto, o conteúdo do post que fiz há tempos atrás. (o link vem depois, com mais tempo). Incrível. Magistralmente cilindrado pela inteligência, grande postura e sobriedade da Senhora Magistrada. A comunicação social tem que aprender a resistir ao que é mediaticamente irresistível para se tornar séria. Grande mulher!