Não há meio de lhe fugir. É o último dia do ano e, só por isso, traz em si algo de diferente. Acaba aqui 2006. Um ano mais que passámos, de uma forma que agora me parece vertiginosa. Sem dados de relevo a assinalar. O que já não é mau. Podemos, duma perspectiva optimista, considerar que tivémos a sorte de não nos acontecer, a nós e aos que mais amamos, nada de mal durante este ano. É inevitável termos expectativas para o que hoje começa às doze badaladas. Temos sempre. Afinal, o futuro é misterioso e pode reservar-nos tanta coisa...Só pensamos nas boas, claro. Também espero que seja um ano melhor. Sempre para melhor. Com pessoas* melhores, com maior energia, com esperança, com muitos dias feitos de histórias bonitas, para guardar dentro de uma caixa de memórias. Mas não tomo decisões de Ano Novo que nunca são cumpridas. Para vocês que por aqui me acompanham, cheios de paciência, confidentes daquilo que sou ou do que invento para mim, amigos virtuais ou nem tanto, gente boa, tudo o que ...
um blogue que fala de apanhar estrelas, beijar bonecos de neve e adormecer nas nuvens.