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Mensagens

A mostrar mensagens de julho, 2006

Isto de

um gajo ter amigos VIP's, dá assim uma coisa, não sei, uma sensação, um ar que se nos nasce e enche o peito, porque os amigos são uma parte de nós e, como tal, as coisas boas que lhes acontecem também são um bocadinho nossas, assim como as más também nos fazem mossa. Este arrazoado todo para dizer que estou orgulhosamente babada por isto: .: Weblogs AEIOU :. Vídeos Musicais Que Utilizam O Chroma Key A Nossa Selecção Color S Digest in MTV Brand New Biscoitos de Nata in Culinária daqui e d"ali Jazz.pt N.º 7 Jul Ago 06 À Venda in Improvisos Ao Sul Post do dia SERVIÇO PÚBLICO JUDAICO-CRISTÃO in Charquinho Merecidíssimo, o destaque , adianto já, pois escreveste sem florinhas o que todos vemos, ouvimos e calamos. Obrigada por expressares assim a indignação que tantos de nós não souberam traduzir para palavras, Shark .

A Invenção de Morel

tinha que trazer para aqui esta imagem, fabulosa É um blog de alguém que conheci com outro nome ( que é como quem diz, dono de outro blog) . Um dos que vale a pena. Acho eu. HOMONÍMIA Há um José Mário Silva director técnico regional da Associação de Ténis de Lisboa. Há um José Mário da Silva professor de Teoria da Literatura na Universidade Federal de Paraíba, Campus II. E depois existo eu, que sou eu às vezes (como diria Borges). Posted by José Mário Silva on julho 19, 2006 10:27 PM
Introspecciono-me. Entranho-me em mim, interiorizo, indivíduo-me . Cada vez menos sei dar-me. E nem sei se isso é mau. *

Vício

"Recordava-se das últimas palavras da sua mãe, na distante tarde da despedida: - Vai de vez? - Eu hei-de voltar. - Se é para voltar, volte antes de partir."

Até pode vergar

clique na imagem para aumentar

Somos

sempre o resultado das linhas que vão traçando os nossos caminhos. O produto de escolhas e opções que, por serem estas e não aqueloutras, nos transformam numa e não noutra qualquer pessoa. Somos humanos, matéria perecível logo, frágil, embora acreditemos na nossa imortalidade. Só na nossa. Talvez por uma qualquer cisão cósmica, na exacta hora em que a outra, de gadanha em punho, nos bate à porta, o momento da nossa morte seja adiado para as calendas. Talvez... A pessoa que fomos construindo, a nossa, é, como todas as pessoas, uma amálgama de contradições e dúvidas e certezas e merdas assim. Reconhecemo-nos egoístas, arrogantes, generosos, apaixonados, amorfos, tristes, foliões, ébrios, loucos, profissionais, amigos, amantes, maridos, mulheres, companheiros, solitários. Somos melhores que uma infinidade de gente e piores do que uns tantos outros. Às vezes inchamos de orgulho pelos nossos feitos, noutras enrodilhamo-nos de auto-comiseração. Mas nunca, nunca, ainda que alguns de nós o sej...

Chegar

a casa, depois de uns dias fora, é como reaver um pedacinho de nós que ficou guardado à espera de se juntar ao conjunto de novo. Gosto da forma como tudo encaixa num lugar certo, como uma peça de um puzzle que se completa aos poucos. Desfaço uma mala e cada objecto tem o seu lugar, as escovas de dentes no copo respectivo, os cremes no cesto junto ao espelho, colares na taça de vidro sobre a cómoda, perfumes na prateleira da casa-de-banho. Depois há as coisas novas, compradas nos locais por onde se passa, um livro a tomar lugar na estante olhem apresento-vos este novo amigo, agora é um de vós, recebam-no com carinho ao lado dos outros todos, um boneco em terracota para a frente da lareira. São componentes novos, trazidos de fora para se agregar ao todo ora encosta aí para o lado um bocadinho só, vá, faz mais um espacinho, ora aí está! até dele serem parte integrante e indissociável tal como os que já existiam, vindos de tempos passados. Desfaço outra mala e as roupas vão direitinhas p...

Noite

Tarde

Foto: Mar

Manhã

Foto: Mar

A propósito de auto-campanhas

mais uma enlarge the image para apanhar melhor a idéia

A

tarde já cai e uma espécie de poalha cinzenta cobre o areal. Fecho os olhos enquanto o morno uterino me embala. Distancio-me do som, da imagem, anestesio os sentidos e vou vogando, de braços abertos como um cristo. Só eu e ele. E as suas lambidelas suaves pela minha pele. É sempre ao mar que conto os meus segredos sagrados.

Falei

há dias de campanhas-choque, na perspectiva de que nem sempre os resultados que obtêm justificam o dinheiro gasto. Isto lembrou-me que sempre tive uma fixação por campanhas publicitárias. Criativas, apelativas, geralmente americanas. Talvez seja a minha costela consumista ou apenas o gosto pelo esteticamente apetecível. Mas pelo-me por tudo o que seja diferente do "diga bom dia com Mokambo, Mokambo...". Agora descobri um blogue cheio delas. Vai já ali para baixo! clicar na imagem para ver em tamanho natural, que é como quem diz, os detalhes

Volcano

É meia-noite e do chão desprendem-se espirais de calor, espessas, palpáveis. Sobem até aos andares superiores como serpentes que se colam às superfícies, as paredes, as escadas, a nossa pele. Existimos quase em modo stand by , tentando não produzir mais energia do que a absolutamente indispensável ao suave movimento de respirar. Na minha mente sucedem-se as imagens de cascatas, rios alucinados por entre escarpas abruptas, estalactites gotejantes...para constatar que são apenas gotas de suor a percorrer-me o pescoço. Desconfio que há um vulcão prestes a entrar em erupção debaixo do asfalto onde tenho o meu carro estacionado.

Colagens

* Tinha recolhido pacientemente todos os pedacinhos que se haviam espalhado pela casa. Passara a pente fino os recantos mais insuspeitos com medo que algo se tivesse extraviado para sempre, que lhe faltasse uma peça fundamental para compor o que destruíra, num ataque de fúria cega. Mas não suportara vê-lo, sorridente, um braço que amparava outra que não ela, a sair daquele restaurante, e ela escondida, as lágrimas a saltar do espanto, o absurdo a apanhá-la desprevenida como um camião que a colhesse enquanto atravessava calmamente mais uma estrada. Não soube como chegou a casa nesse dia. De repente viu-se só, no quarto que partilhavam há tantos anos, a caixa das recordações aberta diante de si, sobre a cama. A cama...e o corpo dele, quente, sobre ela como uma casa que a guardasse. Os seus olhos, em fogo, reflectindo o corpo dela. O seu riso, o suspiro cansado e ela a passar-lhe a sua mão aberta pelo rosto, nos cabelos em desalinho. A magia que tinham criado sobre aquela cama ao longo de...

Mar

Na caixa de comentários deste meu post (e aproveito para testar esta cena de criar um link para um determinado post, que não pesco nada disto...a ver se resulta), afirmei à JP que o próximo quadro sobre mar, por ela produzido, seria "meu". Isto, para lhe dizer, por outras palavras que o que ela pinta é. de facto, muito bonito. Em resposta, que ela parece ser uma mulher de aceitar reptos, deixou-me no seu "painting blog" , esta beleza: j.p. Acrilíco(46x38) Se eu não sou uma sortuda, não sei o que serei... :-)

Uma descoberta

de hoje, que não podia deixar de dedicar a alguém muito especial. Espero que gostes, pá ! Video Code provided by VideoCodeZone.Com (aqui no site há mais :-))

Campanhas-choque

recebida por email Para quem, como eu, por princípio e filosofia de vida, não é fundamentalista e torce o nariz à limitação das liberdades individuais, este tipo de campanha chega a ser um nadinha chocante. E até nem fumo. Um gajo já é ostracizado para uma salinha minúscula, o único local da empresa, escola, repartição, whatever , onde pode dar largas ao vício embora sob o olhar reprovador dos donos de supostos pulmões rosados e esponjosos. Como se já não bastasse, olha para o tecto e...

E depois há

as imagens feitas de pinceladas claras, numa escrita limpa, depurada. Que poderiam contar histórias nossas. Há quase três anos que este blogger desenha conversas escritas, em que nos revemos, como esta: Encontraram-se num abraço suave que ambos haviam planeado noites atrás. De seguida encheram a mesa com conversas adiadas de um futuro também ele fora de tempo. Tentaram decifrar toda aquela fragilidade indefinível que ambos sabiam existir no tampo da mesa. Falaram da velocidade silenciosa das palavras, da escrita alva e de tudo aquilo que simplesmente não cabe num papiro; o olhar, por exemplo, quantas palavras caberiam no teu olhar?

surpresas mesmo inesperadas. Não aquelas surpresas assim-assim, em que já quase estamos à espera, olho semi-aberto, antecipando o que ali vem nas mãos de alguém, espera, espera, não olhes ainda, é surpresa. Não. Estas são daquelas que que nos colhem num baque, um suspiro fundo a prender o ar, o espanto desenhado em pinceladas coloridas. E embrulhadas em papel de celofane . O lado menos visível de uma blogger que nos pinta emoções com palavras e também com tintas. Mas igualmente encantador. Vão lá ver .

Frases-chave

Estaremos cá para ver... seguida do complemento demonstrativo do que, supostamente, será visto, é uma frase normalmente utilizada por quem quer fazer valer um ponto de vista, provar algo a alguém. Mas, às vezes, o que se vê, é bem o inverso do que aquilo que, quem a proferiu, queria demonstrar. Pois estamos.

Agora não posso

* que estou aqui, afincadamente, a estudar o Manual do Utilizador do horário de férias ... * não sei o autor, estava guardada no disco.

Uma História Ridícula

aqui De há uns tempos para cá, eu, que sempre fui pragmática no que toca às coisas do oculto e inexplicável, começo a ficar tentada a acreditar numa conjunção qualquer dos astros ou, pior ainda que, algures no universo que me rodeia, uma bonequinha de trapos com a minha foto colada no rosto, anda a servir para entreter alguém... Nunca antes tinha sido tão confrontada com a famosa Lei de Murphy em que tudo o que havia para correr mal correu, de facto. Num momento da minha vida em que dependia em absoluto da net para resolver um futuro que era tão necessário para mim como o ar que respirava, a net desapareceu de todos os locais ao meu alcance. Mas todos. Sem excepção. O pc de casa pifou sem que isso nunca antes tivesse acontecido. No local de trabalho, o servidor foi pro boneco durante 3 dias consecutivos. O portátil que trouxe para casa com uma placa 3G a estrear não conseguiu o acesso à rede. Por outras palavras, a placa não funcionou. Algures, alguém sentado numa nuvem ou com um mon...
Este post da Emiéle explica o resto. Porque não podemos permitir que branqueiem a nossa História recente.

Pesos e medidas

Escrevi uma vez sobre pesos e medidas. De como o nosso sistema de aferição nunca coincide exactamente com o de outra pessoa, por mais que tentemos adaptá-lo, tira um miligrama aqui, agora acrescenta um decilitro ali, vá lá, só mais um jeitinho, de certeza estará mesmo a chegar o momento mágico em que os pratos páram, alta precisão a conjugar-se na perfeição, o prato do lado esquerdo como uma imagem simétrica do do lado direito. Lado a lado. Como duas mãos que se dêem. Sem desvios-padrão nem intervalos em branco por preencher. Puro engano ou impossibilidade teórica. De nada vale julgarmos os outros pela nossa própria bitola. Porque, onde para uns há tempo mais que suficiente para se obter um objectivo apregoado, para outros haverá sempre uma razão mais do que forte para prolongar a coisa um pouco mais. O acto que é inócuo se fôr eu a autora, pode ser considerado letal se sair das mãos de outra pessoa. Pesos e medidas. Cada um com os seus.

PC novo

"O VPU Recover reinicializou o acelarador gráfico quando não estava mais respondendo aos comendos do driver gráfico" de 10 em 10 minutos, em particular quando ando no Blogger e net. Ontem esteve das 23 às 3 da manhã ligado, enquanto o puto jogava a um jogo qualquer e não aconteceu uma única vez. Algum especialista por aí que me faça a fineza de dar umas dicas? (no mínimo a ver se me passa a sensação nítida de ter sido "embarrilada" pelo dono da loja que me disse que estava a trazer para casa uma "máquina"...)