Avançar para o conteúdo principal

Mensagens

A mostrar mensagens de março, 2010

Vocês desculpem-me

e por "vocês" entenda-se todo o maralhal de pessoas a quem eu prezo [sim, claro, que as que não prezo não existem] por esta blogosfera fora. mas o Layout mai lindo de todos e todos e todos os blogues que eu conheço é este: Ide lá para ver em tamanho grande. Lindo. A foto mais bonita que já vi do Cais das Colunas. Lindo.

Shiuuufffff....(com adenda)*

Ninguém me liga nenhuma.... Em contrapartida Já tenho 14 seguidores, o yééé! * Mau: Querem lá ver? Agora que tenho comentários é que as minhas respostas não aparecem. Grunf! Coméqué ó blogger? Tás-ma a deixar mal vista perante o público, é?

E esta?

Acabo de saber que o Universo se encarregou [ mais uma vez, nunca me falha, o Universo, eu sei que sou uma ingrata, uma desnaturada incréua - palavra gira, será que existe? - mas pronto, ele mostra-me sempre o caminho, magnânimo, perdoa sempre e sempre e faz de conta que eu não sou uma descrente, o Universo, assobia para o lado e assim pode continuar a gostar de mim e fingir que eu não praguejei, estrebuchei e o amaldiçoei durante os tempos negros de travessias do deserto para que ele me tem empurrado, o Universo, apesar de gostar de mim, pequena partícula de poeira linda e querida que sou eu e podre de gira e me perdoar sempre e acolher, o Universo ] de novo, de colocar as coisas no devido lugar.

O Cante

das Mulheres. Foto: Zé Maria -Grupo Coral Feminino no Centro Social do Lidador De como uma actividade tradicionalmente masculina é apropriada por Elas, de mansinho, levando a água ao seu moinho. De como Elas mostram que podem. 15 grupos corais femininos mostrados ao mundo, abrindo caminhos, despertando emoções. Da ternura e um arrepio que nos percorre a pele numa tarde quente de Primavera. É bonito orgulharmo-nos de um projecto que fizémos nascer.

E depois

vem um sopro de Primavera, umas pontas de mãos que dedilham a pele, um aroma de flores que se desprende do sorriso, vem a paz e a redenção na forma de um pássaro selvagem que ninguém consegue prender [nem ninguém quer fazê-lo] e que, majestoso, te sobrevoa sem perder de vista, vem uma boca esquecida na curva do pescoço e um braço que prende e ampara ao mesmo tempo, vêm ruas pisadas a galope, contra o vento, que acabam em ruelas onde um restaurante antigo faz o melhor frango assado do mundo. Vem Lisboa e as colinas, miradouros e mistérios que desvendas ao virar de uma esquina, sem saberes. E vem a luz que tudo cobre de repente, uma poalha de ouro no entardecer sobre o rio, que te ilumina os olhos e os cabelos e aí sabes que chegaste ou que talvez nunca tenhas saido de casa.

E também não deixa de ser significativo

que ao terceiro post publicado antes deste eu tenha tido...duas respostas. mas isso é só porque os outros todos (aqueles com quem me estive a empanturrar hoje até estas (des)horas e que são os melhores, os maiores, os mai lindos e mais coiso e assim que todos os vossos) ainda não leram o blogue...

Obrigada que estou

desde há duas longas semanas e a caminho da terceira, a efectuar higiénicas caminhadas sempre que preciso de qualquer simples deslocação para resolver assuntos vários tais como adquirir géneros alimentares, transportar crianças e a mim mesma à escola/trabalho/festas de aniversário/correios/lojas de animais iétecétera, isto derivado a [sempre quis usar esta extraordinária expressão...] ter partido o carrito todo e, ainda que isenta de qualquer culpa, ainda assim, não ter direito a viatura de substituição no período que medeia enquanto os gajos a quem pagamos o coiro e cabelo [outra expressão fantástica], i.e., seguradoras, não se decidem a resolver o imbrólio de queixa/perito/orçamento/valore de peças solicitado a firmas que nunca mais chega/assumpção de culpa/proposta/eventual constestação/negociação/nova proposta/(repetir tudo o atrás escrito se necessário). Ora, dizia eu, tendo feito caminhadas a penantes que é um gosto, pelo menos para os meus glúteos, posso finalmente afirmar com ...

Desculpem lá

mas é qualquer coisa assim: Existe mesmo um blogue que se chama A Pipoca mais Doce - mas quem é que se lembra deste nome quando cria um blogue, só pode tar a gozar, não??- e que tem uma autora que é uma mocita nova engraçadita mas que caiu no goto não sei bem de quem ou ela é de famílias conhecidas e que eu agora não tou bem a ver?? e que, à semelhança de uma carrada de outros blogues que eu até gosto de ir ler às vezes, porque são leves e frescos e dá para descontrair da nossa vidinha de trabalho miserável ao fim do dia, como é o caso do Amor é um Lugar Estranho, Este blogue Precisa de um nome, Dias de uma Princesa, Rititi e cenas parecidas de que eu agora não me lembro e que falam todos do mesmo, tal como sapatos, os mais e os menos dos Òscares, lojas fixes que eu até gosto de ficar a conhecer para comprar uns trapitos e uns Louboutin ou Blahnick que não posso ir ali comprar a Milão ao fim da tarde como gostaria -tal como elas , aposto -e que posso ter ao preço da chuva ali no site...

É quando nos

acontecem as piores coisas, que experimentamos o que de melhor existe nas pessoas. [ou não. o que, para o caso, é igual ao litro uma vez que o que interessa mesmo, o que vai ficar registado como válido no livro do Deve-Haver, é o pressuposto enunciado acima.] Para vocês, Amigos. :-)

É que

está tudo inventado... (...)A conclusão central é condensada nestas linhas retiradas da sinopse do livro: "Estes acontecimentos são exemplos da doutrina de choque: o aproveitamento da desorientação pública no seguimento de enormes choques colectivos -- guerras, ataques terroristas ou desastres naturais para ganhar controlo impondo uma terapia de choque económica." Este mesmo processo está hoje em curso em Portugal (e não só). Mas o choque colectivo, que serve para desorientar e sedar, resultou dum desastre que de natural tem muito pouco. O que é realmente inacreditável, é que neste caso os beneficiários da terapia de choque económica que nos está a ser imposta são exactamente os mesmos que foram responsáveis pelo desastre que lhe serve de justificação. Se tudo tivesse sido premeditado não teria resultado melhor. Será que?!...( via, Vias de Facto) O que só contribui para me aumentar o nojo - NOJO, é a palavra, nem mais nem menos, exacta - destes gajos a quem o papalvo-povinho...

Não só li

Como aplaudi, de pé: Este post , para além de estar muito bem-escrito, mostra caminhos, propõe, sugere actos, [com os quais concordo em absoluto, todos] pede que se tomem medidas, que se intervenha de facto e não só em blá, blá, blá oco, "ses" e "considerandos" de consciências mal lavadas. Porque a culpa não pode continuar a morrer solteira, as crianças têm que continuar a ser crianças, felizes, inocentes, amadas e protegidas por quem pode e tem o dever absoluto de o fazer, até chegarem ao futuro que lhes esteja reservado.

Há sempre um dia

o Primeiro de muitos ou aquele que será o Último. Um dia que fica, um dia que se esvai. Para o amor e para a guerra, há um dia. Para a sorte e o azar. Um dia para o fim e um outro para o princípio, o primeiríssimo de todos, o que era o Verbo e mais todos aqueles que se lhe hão-de seguir. Muitos. Porque há sempre príncipios que se iniciam, inocentes e impolutos, nem que seja a cada novo raiar do sol. Mas há um dia. Aquele que marca, decisivo, determinante. Que nunca se esquece, que o tempo não mais há-de apagar. O tal que muda, muito ou pouco, tudo ou quase nada mas muda. É quando deixamos de dizer que temos que fazer para fazermos de facto. Quando se deixam de lado a vontade e a intenção, a revolta ou a resignação, se passa da resolução à efectiva acção. Tal como para Ipiranga, para cada um de nós há um dia. Ou haverá tantos. Já tive muitos mas agora o meu está quase, quase a chegar.

A quem

está desde há uns dias a salivar, ansiosamente à espera que eu venha para aqui desfiar lamúrias sobre o caos da minha vida desde que essa pessoínha se deu ao trabalho de encomendar um voodoo mal amanhado a uma bruxa de trazer por casa, desampare a loja e tire o cavalinho da chuva. Afinal, inundações em casa, incêndios com cozinhas destruidas, queimaduras de 2º grau e respectiva cirurgia às mãos, dívidas à Caixa Geral de depósitos em valores que dariam para comprar uma pequena ilha em Angra dos Reis, referentes a duas DUAS casas, nenhuma das quais com ares de se ir vender em breve, descida de categoria profissional sacanice injusta mas adiante e respectiva posição remuneratória, acidentes de automóvel coisapouca, apenas dois em dois meses nenhum dos quais por minha culpa, o ultimo dos quais a mandar o carrito prá sucata, não são nada que me tire o sorriso. Ainda hoje, com as costelas enfaixadas do esticão do cinto de segurança e de pescoço todo torcido, era ver-me, alegre e feliz, a s...