Não gosto de zonas cinzentas: ou é preto ou é branco ou multicolore. Não gosto de acusações injustas: se faço faço asneiras faço e assumo que faço [e é coisa que, assumo, faço muito], se não faço chateia-me que o meu nome ande nas bocas do mundo. Não tenho mais nenhum blogue para além deste e também não colaboro em nenhum outro: não por falta de convites, repare-se, muto menos de capacidade [cof, cof...] mas porque gosto de ser lida por quem sabe que sou eu que escrevo. Aliás, há uma boa dose de narcisismo nesta cena dos blogues e, como tal, não tem piada escrever umas larachas giras e depois não poder disfrutar dos créditos. Acreditem: já experimentei e desisti (nomes dos meus blogues defuntos: A Cortina, Pela Boca do Anjo, Tenho uma História, Blogue de Testes). E o Espelho Mágico, que não era anónimo mas deixou de servir às exigências de uma nova era, a era Ponto sem Nó. Em colectivos participei só mesmo no Proximizade, que foi um projecto bonito, feito com pessoas de quem gostava e ...
um blogue que fala de apanhar estrelas, beijar bonecos de neve e adormecer nas nuvens.