Cumpriu-se Abril, mais um ano, e amanhã volto.
Ao trabalho e às lutas, volto aos dias de sol, ao amor, à fé que me faz crer em futuros risonhos.
Cumprido Abril e uma vela acesa, a continência feita a quem devo esta Liberdade de dizer, de escutar, de ler, de viver, volto a ouvir Zé Mário Branco e a estremecer com a força do FMI. E sei assim que não foi em vão, que os amanhãs hão-de Cantar, que se houver quem insista em Dizer ninguém há-de conseguir branquear, que quem a mim suceder há-de Saber e há-de Contar.
Cumpriu-se outro Abril, as canções e os caminhos e eu sei que volto e que outros tantos voltarão, ainda que alguns [poucos] tentem que não.
Comentários