e sempre a tropeçar em descobertas. É do que gosto, sobretudo, na blogosfera. Tenho alguns poucos eleitos que vou seleccionando cada vez menos pela qualidade da escrita, porque me põem bem disposta, porque me fazem pensar, porque gosto, porque sim. E depois, a partir de alguns desses , a espaços, sempre raros , descubro outros. Desta vez foi a Margarida que, lida de um fôlego do princípio o fim, me deixou na dúvida se ela não serei eu própria.* * apenas com a ligeira diferença de que gostaria de saber (d)escrever tão bem as coisas do amor quanto ela o faz. :-) ** com adenda: Deixa-me só dizer-te que existe