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Mensagens

A mostrar mensagens de outubro, 2009

Quando se recebe

um convite endereçado pelo grupo* para assistir a vai-se. * obrigada. :-) Com adenda : Vai-se. Ainda que no último dia e entrando a más horas. Que é como quem diz que quase perdia a saida da banheira. Mas não perdi, tal como não perdi a doçura dos monólogos, a actriz no seu melhor, entre a loucura do amor, a serenidade das certezas ou a insegurança da esperança...Não perdi nada, ainda que com saidas a meio para xixi da gaja pequena e mais um ataque de tosse alérgica inoportuno quase quase no fim... Mas que interessa tudo isso se ainda deu para aplaudir de pé. Foi bonito, parabéns ana. (a moi chéri ali na coluna do lado que é demasiado tarde para tar a pôr links, cum caraças.)

Tenho alguns

textos em draft. Linhas deitadas ao acaso para o éter, sem limitações de tempo ou hora marcada. Conversas comigo própria, que amainam a ressaca da vontade da escrita que me ataca a espaços. Numa delas, dizia- me [a mim, sim, dizia a mim mesma e não a vocês aí desse lado por contraditório que pareça, porque o que me interessa verdadeiramente é a mim que digo e a mais ninguém] que este blog não é autobiográfico. Apeteceu-me passar para o papel este disclaimer , escarrapachá-lo ali na coluna do lado. E depois então, só depois, prosseguir. Porque a pachorra tem dias e nenhum deles é para escrever o que depois irá ser interpretado e dissecado como se fora a história das nossas vidas. O que acontece - sempre - neste tipo de blogues que se convencionou catalogar de mais intimistas . E assim me abstenho de escrever. Por isso opto por blogues anónimos que vou criando e apagando, que faço viver e mato depois a meu bel-prazer, que controlo eu e só eu e por onde espalho as palavras que não cab...

Às vezes

há pessoas, coisas, cumprimentos breves, um sorriso honesto, um actor na solidão do palco, pequenos nadas, a estrofe perdida de um poema - E peço ao vento: traz do espaço a luz inocente das urzes, um silêncio, uma palavra* - emoções, o acorde que se faz lamento na guitarra. a arte e a inquietação que sempre faz nascer em nós, objectos sem sentido aparente, que me fazem ter vontade de voltar a escrever neste blogue. * Herberto Helder, nota-se muito que fui ver a peça?

Melhor Elogio

que uma gaja - que é Gaja - poderia receber: Tens um par de t..........tintins [vá] maior do que alguma vez terão muito meninos de barba rija que por aí andam, dasse!

Pelos vistos

continuo a ser tããããããããão importante para alguém que, ao invés de ir festejar a vitória do PS ao ganhar a Câmara de Beja, preferiu vir brindar-me a caixa de comentários de um blogue que ninguém lê e que está fechado há meses, com o comentáriozinho viscoso, baixo e venenoso, típico das cobras que só saem debaixo da pedra quando há sol. A diferença é que eu, "querida"/o, ando há mais de 12 anos à luz do dia, de cara lavada, coluna direita, provas mais que dadas e reconhecimento social à farta. Vê lá se estou preocupada. E assim vou continuar, faça sol ou faça chuva, balance para a esquerda ou para a direita, de consciência tranquila. ao contrário de ti...

Vale a pena

ir ver isto! e podem ver mais informações aqui

LetrasTrocadas*

*era capaz de passar horas nisto... só é preciso clicar em cima para ver maior.