há pessoas, coisas, cumprimentos breves, um sorriso honesto, um actor na solidão do palco, pequenos nadas, a estrofe perdida de um poema - E peço ao vento: traz do espaço a luz inocente das urzes, um silêncio, uma palavra* - emoções, o acorde que se faz lamento na guitarra. a arte e a inquietação que sempre faz nascer em nós, objectos sem sentido aparente,
que me fazem
ter vontade de
voltar a escrever neste blogue.
* Herberto Helder, nota-se muito que fui ver a peça?
Comentários
Mas vale, vale a pena. Trabalhos como o vosso é que nos enriquecem e aquecem a alma.
(pelo menos tenciono!)