algures ali para trás, que voltava ao tema. Não que o dito assuma grande importância para mim ou afecte de alguma forma o rumo da minha vida neste momento. Ele está traçado e assumido, tem os azimutes todos definidos, estão escolhidas as rotas mais directas, as coordenadas perfeitamente claras. Não, não é para mudar nada, a longo prazo, garanto. E quando se tem uma certeza assim, porque é disso que se trata, de certezas partilhadas, não é qualquer malabarista chunga a tentar fazer o pino para dar nas vistas, que consegue interferir. No entanto, confesso, eu sou uma apaixonada pela condição humana nas suas fomas mais extremas, por esta raça esquisita de ser vivo que é o único capaz do melhor e do pior, pelas relações que estes seres estabelecem com a sociedade que os rodeia e a forma como como nela se integram, uns mais outros menos, melhor ou pior. E é assim que, como boa antropóloga investigadora que sou, não me vejo capaz de desperdiçar tão vasto manancial de estudo que, todos os dia...
um blogue que fala de apanhar estrelas, beijar bonecos de neve e adormecer nas nuvens.