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Mensagens

A mostrar mensagens de junho, 2010

Escrever

é também um acto de generosidade. Quem escreve partilha-se , a si e àquilo que sente ou pensa, com o maralhal anónimo que lê. Uns vêem(nunca sei escrever esta palavra...) aqui usufruir desse privilégio por bem, outros nem tanto. E eu confesso que não me sinto particularmente mãos largas, nos tempos que correm. Mas, como diz uma grande pensadora do nosso século (LOL) - e que, só por acaso, é minha amiga - "atrás de tempos, tempos virão". E é este o lema que vou adoptar, em todos os níveis e parâmetros da minha existência. Gozando o pratinho com a observação dos que não têm inteligência para perceber este grande paradigma da Humanidade (LOL) E termino, desejando-vos um grande Bem Haja (LOL) e como dizem os meus amigos ciganos "Deus nã dróme!". Até logo.

Quem se mete com o PS leva!

Os partidos são também sobretudo as pessoas. Norteados pelas ideologias, estatutos e princípios, são as pessoas, sempre as pessoas, as responsáveis pela aplicação cabal e isenta destes pressupostos. Como em tudo o resto, as pessoas são imperfeitas. Logo, distorcem e desvirtuam, apropriam-se indevidamente, manipulam e corrompem o exercício da política, retirando-lhe a nobreza que esta actividade deveria sempre manter, acima de tudo e todos. Como em tudo o resto, de novo, há pessoas e pessoas. E, no meio do lixo, tenho orgulho em conhecer algumas, pelo menos duas pessoas mais de perto as quais, sendo militantes do partido de onde foi produzida a pérola que dá título a este post (entre outras tantas do género...), umas apenas de base outras já tendo exercido nesse partido cargos de diferentes níveis de responsabilidade, são pessoas com P grande. Estas pessoas, com quem tenho a honra de trocar frequentemente impressões sobre tudo e sobre nada, ajudam-me a manter a fé naquela que é a acti...

De Beja.

Há uma diferença determinante entre os habitantes de Beja que é a diferença entre as pessoas que amam a cidade e as que vivem nela. As segundas vivem nela, as primeiras vivem-na. Intensa e apaixonadamente, como a viveu o Figueira Mestre, com vontade de a ver crescer, como a  um filho, dispostos a pegar na vassoura ou na pá para dar o seu contributo pessoal para o trabalho que faz falta fazer. As primeiras são as que fazem, as segundas aquelas que falam. As que criticam a obra e o esforço, o protagonismo dos outros. As que nada fazem são as mesmas para as quais nada nunca está bem, as invejosas, as desconfiadas, as maldosas. As que não sabem amar a sua cidade são as que não conseguem vislumbrar, para além da sua mesquinhez, a grandiosidade do trabalho dos outros, o despojamento voluntarioso dos que amam. O mesmo trabalho que aqui ninguém reconhece é aquele que quem vem de fora admira e elogia, o trabalho que noutros pontos do país e do mundo serve de referência e suscita satisfaç...

Até Sempre.

Hoje é dia de Homenagem ao Mestre

e os que cá ficámos para o recordar amanhecemos assim: (...)"Para Sul correm uns leves farrapos de nuvens, mesmo por cima do sítio onde o sol vai nascer. Irromper por detrás da montanha como se fosse um sol de pedra. De pedra, terra e ervas a arder. Um fogo ainda exíguo e brando. O mesmo sol que dentro em pouco se vai erguer a pulso, até se fixar no céu azul de Agosto."(...) in, "A Imperfeição do Amor", Joaquim Mestre, Setembro 2007

Não há palavra

que nos chegue para falar da morte de um Amigo. Nada parece grande o suficiente, capaz de descrever a grandeza de quem partiu. Nenhuma homenagem consegue simbolizar a falta, o vazio, a saudade, a lonjura do olhar que a morte do Mestre deixou em cada um dos seus amigos mais chegados, na família que o amava. É por isso que ainda não consegui escrever sobre ele. Mas outros o têm feito e é também disso que se vai fazer esta homenagem. De Álbum geral De Álbum geral

Último dia

de férias. Há qualquer coisa de sabor a pouco, o fim da liberdade, a raiva ao vestir das máscaras necessário para um recomeço que não se deseja. Tou de neura, vou mas é ali beber umas mines.

Bolas

que lhe estou a perder o jeito... Uma experienciazinha pequenininha ontem, de mudança de template para um tom assim mais...veraneante, sei lá, nem gostei nem nada apaguei o gajo e tudo não sei se disse que sou esquisita com a porra dos templates pronto e também não sei porque é que estou a escrever à Saramago deve ser das férias, que raio, mas dizia eu que não sei o que fiz que perdi logo a lista de blogues. Dasse. Mas já recuperei, de memória, quase tudo. O que é que me falta? Adenda: mas agora vamos ali dar uma voltinha de balão pronto.

Era tão simples

que no nosso caso, leia-se gente adulta, qualquer grande crise existencial com direito a lágrimas, afundanços de barriga para baixo na cama, portas a bater, posts inflamados num blog (sim, porque a evolução da espécie determina que fedelhas de 12 anos já tenham blog) de "ai sou tão infeliz nunca mais vou conseguir sorrir a minha vida acabou", também se curasse de repente com uma sms recebida e um recado atirado "Mãeee, vou agora ali brincar pró parque".