que só nos dão alegrias. Coisas grandes, como o privilégio da leitura de originais ainda não publicados. E coisas pequenas, como uma salada de tomate e atum em finais de tarde com o sol a pôr-se, magnífico. Amigos para além do interesse, seja ele qual fôr. Descomprometidos, descontraídos, sem qualquer tipo de exigência que não a do usufruto da amizade, quando e no tempo em que ela fôr possível. De quem nós, os amigos, dizemos todas estas coisas. De quem outros, os insuspeitos, dizem estas: «O subconsciente fértil de Joaquim Mestre surpreende pela força, pelo excesso e pela crueldade. Também por um barroco de influência sul-americana que mistura a inocência com o monstruoso» «Joaquim Mestre é feito desse barro dos contadores de histórias que têm uma capacidade de sonhar sem fim» Mafalda Ivo Cruz, “Mil Folhas”, Público, 8/9/2001 «Em muitos aspectos, Joaquim Mestre aproxima-se do tom dos contos orais e tradicionais, da sua singeleza e do seu inimitável sabor (...) A prosa narrativa de Joa...