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A mostrar mensagens de agosto, 2007

Reentré

O mais difícil, no meio do ritmo alucinado que o regresso após as férias irremediavelmente implica (e que já começou...), vai ser encontrar espaço para momentos assim: Foto: Mar O que, naturalmente, não implica que não se faça por isso. :-)

horário pós-laboral

que hoje, excepcionalmente, até começou cedo, aí começou por volta das 18.30h... e por ordem de ocorrência: - um corte de cabelo a um pré-adolescente. - um transporte de uma quase pré-adolescente a casa da amiga para ir buscar a almofada esquecida desde a dormida de ontem. - regresso a casa para banho na mesma (dar um jeito nas camas, pôr a máquina a lavar a louça, encher a de roupa para mais logo, despejar o lixo, ir três vezes à casa de banho porque a água estava quente/fria/em pedra/líquida/o gel entornou-se/a toalha preferida não estava - riscar o que não interessa, étecéter a...). - uma volta completa a um hipermercado com a mesma(cheirosa e lavadinha) para adquirir, específicamente, lápis de cera e, por arrasto já-agora-que-aqui-estou-deixa-lá-ver-o-que-me-faz-falta-e-só-resisto-a-beber-mais-um-café-porque-seria-prái-o-quinto..., um molho de compras em géneros. - regresso a casa para apanhar o pré-adolescente e transportar até ao MacShit onde vai jantar com amigos. - deixar o mes...

É oficial

EU sou Super ! O quê é à escolha mas o facto consumado é este e ninguém mo tira. Tenho dito. (gaja que consegue fazer tudo o que eu faço e ainda manter alguma a sanidade mental é super e mainada)

Já ando

por cá há tanto tempo que tinha obrigação de não mais me admirar com as regras e códigos de conduta de uma sociedade paralela que, não sendo fechada, pouco deixa a desejar aos códigos, "livros negros", truques e sinais do mais maçons que se possam imaginar... Mas, que se há-de fazer? hei-de ser sempre uma lírica mecita da provincia. E o melhor é que gosto! :-)

Uma vez

há muito tempo, numa outra vida, num outro lugar, escrevi uma frase tão bonita Sei que os poetas dizem em palavras aquilo que as pessoas comuns apenas pensam em silêncios. que aqui repito hoje, apenas para emoldurar o que me disse, em tempos, um grande amigo: Um dia destes o sopro brando do tempo, do tempo de colher malmequeres, há-de vir do lado do paraíso claro, decisivo, sem tu saberes até ao hino do teu sorriso CM E esta, tal como todas as recordações, tem uma banda sonora;

Nem só de escrita vive o papel

Este site é um baú de tesouros recortados.

Gosto tanto

do lema aqui de baixo que até nem vou escrever nada que perturbe este sentimento de apologia do simples e puro. Abstenho-me de falar sobre temas negros, dissabores, bílis cozidas em banho maria. Como as das pessoas vingativas. Que devem viver num azedume permanente, tanto é o ácido que lhes corrói as entranhas. Mantêm sentimentos de raiva e ressabiamento num caldo em permanente fervura, sempre à procura do que poderá ser o próximo passo a dar para descarregar um pouco dessa azia no alvo caído em desgraça aos seus olhos. Deve ser triste. Não, não vou falar disso. Falo antes de sóis e galhos verdes, de esperança e margaridas, dos búzios que escondem a voz do mar. Falo de mim e da utopia, da simplicidade com que quero viver. É isso. Falo das coisas pequenas e bonitas. De viver "Close to the Sky"... daqui

Simplicity...

daqui
"Era pela hora do meio-dia. O sol descia pelos ramos das árvores, pelos muros de pedra. No céu havia uma luz amarela, uma claridade de icterícia. E o padre a descer a ladeira que ia do convento para a vila, parecia nimbado por essa luz. Parecia irreal. E as pessoas que paravam a olhar ficavam mudas e quietas, sem saber o que pensar, mas adivinhando que dentro dele ia o conhecimento de uma dor sem remissão. Olhavam-no silenciosas, sem coragem para lhe perguntar o que quer que fosse. Com medo de ouvir a resposta. Com medo de saber a verdade que estava por detrás daquela dor. "

Há amigos

que só nos dão alegrias. Coisas grandes, como o privilégio da leitura de originais ainda não publicados. E coisas pequenas, como uma salada de tomate e atum em finais de tarde com o sol a pôr-se, magnífico. Amigos para além do interesse, seja ele qual fôr. Descomprometidos, descontraídos, sem qualquer tipo de exigência que não a do usufruto da amizade, quando e no tempo em que ela fôr possível. De quem nós, os amigos, dizemos todas estas coisas. De quem outros, os insuspeitos, dizem estas: «O subconsciente fértil de Joaquim Mestre surpreende pela força, pelo excesso e pela crueldade. Também por um barroco de influência sul-americana que mistura a inocência com o monstruoso» «Joaquim Mestre é feito desse barro dos contadores de histórias que têm uma capacidade de sonhar sem fim» Mafalda Ivo Cruz, “Mil Folhas”, Público, 8/9/2001 «Em muitos aspectos, Joaquim Mestre aproxima-se do tom dos contos orais e tradicionais, da sua singeleza e do seu inimitável sabor (...) A prosa narrativa de Joa...

Pronto

depois de muita insistência, digamos que também não é tão mau quanto isso uma pessoa ficar com esta côr final... Adenda : Depois de ter dado azo a três pedidos de casamento por email, dois divórcios e juras de amor eterno por parte do elemento masculino do ex-casal e até de uma serenata ao alvorecer, tenho a informar que a modelo da foto não sou aqui a Je mas, tão sómente, uma gaja qualquer da net que usei para representar a CÔR. A côr meus senhores, a côr...

Deixar que se instale em nós

uma confortável lassidão, a ouvir este som. Como se a nossos pés viesse morrer toda a espuma destas ondas. Antes de chegarmos ao fundo .

O bom de

estar em férias é a liberdade de escolhas que nos oferecem os dias sem horários, sem obrigação de nada, sem marcações, planos ou deadlines . Num dia comer por aqui e no seguinte vogar ao sabor do acaso até aportar num local completamente diferente, como este aqui... Um verdadeiro must e a la carte ... Fotos: Mar (com uma porra de um telemóvel Nokia que foi o que se pôde arranjar)

Muito Inteligente

...depois de pra cima de meia hora ao telefone com as simpáticas meninas da TMN - apoio Placas de Banda Larga para conseguir, por fim, a proeza de fazer a dita funcionar mas apenas em GPRS - a pedal mais propriamente. Ter que esperar o tempo suficiente para cantarolar uma música inteira dos Cold Play antes de conseguir abrir cada página, chegar ao Blogger para mostrar as vistas e descobrir que deixei o cabo da máquina fotográfica em casa... *mais meia hora para o post aparecer depois do publish...adeus ó que já cá não estou.

ainda publiquei quatro posts no mês de Agosto??? "Tche", ando mesmo arredia... (isto foi só para abrir aqui o coiso e dar de caras com a data corrente, ora bolas que a preguiça também não justifica tudo e isto fica mal, uma gaja com um blogue há tanto tempo para agora entrar nesta de não-sei-se-estou-ou-não-estou-mas-enquanto-não-descobrir-vou-mandando-práqui-umas-larachas-e-tal e pronto, agora "xame-lá" ir ali fazer as malas para mais uns diazitos by the beach......)

Entretanto...

entretenham-se... ou entreolhem-se, entrelacem-se, entremeiem-se...façam coisas, sei lá. Por exemplo, aqui. Blogzira, aka Vitriolica. Vão ver que vale a pena.

Temos

a irritante mania de que percebemos de psicologia a potes. Aquela cena célebre do "médico e louco todos termos um pouco", aplicada à teoria Freudiana. Quando, tantas vezes, o que está em causa é tão sómente um processo qualquer de acção-reacção, o Pavlov é que tinha razão. Gosto muito destas quadras que rimam no fim. Que é como quem diz, eu também sei fazer poisia e da boa, mar até rima com ar. Ai que vontade de voar (sou mesmo boa, xiça...). Anyway , aqui não há nada de complexas explicações psicanalíticas de que a-pobre-da-mãe-é-que-é-sempre-a-culpada, apenas uma quantidade de luzinhas que se acendem no cérebro à vista do bolo c'a cereja em cima e vá de a malta desatar a salivar à parva. Isto para dizer, de uma forma mais prosaica ainda que, se um gajo não lhe apetece escrever pode ser que seja mesmo um ataque de preguiça valente e mais nada. É o caso. E, para o estimado público que ainda se dá ao trabalho de passar por aqui vou já avisando: - Pode ser que se passem un...

Uma

breve incursão pela "vida nocturna" - leia-se cafés - da minha cidade, com um casal amigo. Foi quanto bastou para reforçar vincadamente a certeza de que, cada vez mais, prefiro ser eremita...