do lema aqui de baixo que até nem vou escrever nada que perturbe este sentimento de apologia do simples e puro.
Abstenho-me de falar sobre temas negros, dissabores, bílis cozidas em banho maria. Como as das pessoas vingativas. Que devem viver num azedume permanente, tanto é o ácido que lhes corrói as entranhas. Mantêm sentimentos de raiva e ressabiamento num caldo em permanente fervura, sempre à procura do que poderá ser o próximo passo a dar para descarregar um pouco dessa azia no alvo caído em desgraça aos seus olhos. Deve ser triste.
Não, não vou falar disso.
Falo antes de sóis e galhos verdes, de esperança e margaridas, dos búzios que escondem a voz do mar.
Falo de mim e da utopia, da simplicidade com que quero viver. É isso. Falo das coisas pequenas e bonitas.
De viver "Close to the Sky"...

Comentários
Eu também estou nessa, companheira.
Tens que me explicar melhor, amiga, pois deixaste-me mesmo à toa com essa revelação.
Soa a masoquismo.
Não terás visto mal a coisa?
que nem ginjas.
E poupares-te a essas visões da traição, deixando de frequentar esses espaços que te incomodam.
Eu vou fazer o mesmo.
Estes são case studies que eu jamais desperdiçaria. :-)