aqui um risco, curvo. Depois outro, mais curto, com uma ponta que vira ligeiramente para cima. Deixo correr o traço, à solta, em círculos como ondas pequenas de uma maré que, subitamente, começa a encher, a encher, até desaguar para um lado qualquer, que lhe consiga conter a fúria invasiva. Recosto-me para trás, um bocadinho afastada, para conseguir apreciar as palavras que escrevi. A seguir, recomeço do princípio, para nunca me esquecer de como se desenha a escrita.
um blogue que fala de apanhar estrelas, beijar bonecos de neve e adormecer nas nuvens.