Tal como noutras matérias, mudar compulsivamente de Template é mesmo cena de gaja. Concluí este brilhante pressuposto depois de, com o nariz torcido e uma indefinível sensação de há algo que não está bem mas não sei explicar o quê (mais uma das inquestionáveis cenas de gaja, esta certeza absoluta de algo que, venha quem vier dizer que não, não vês que não há problema nenhum minha querida, isso deve ser só TPM e tal, é um dado absoluto), ter decidido que este template não vai nem aquecer o lugar.
E isto, minhas amigas, é exactamente aquilo que se passa connosco em áreas da vida tão igualmente importantes quanto o não sabermos o que vestir enquanto olhamos para um armário que rebenta pelas costuras. Significa, pois então, que o nosso apurado sentido estético, a vontade de sermos mais arrojadas e de imprimir o inimitável toque de originalidade na nossa aparência, nos compele a ir sempre mais além, não parar nunca nem nunca nos darmos por satisfeitas. Diria mesmo que, sem estas caracteristicas tipicamente de gaja, o mundo não teria evoluido nem pulado e avançado como bola colorida...pois, isso.
E isto, minhas amigas, é exactamente aquilo que se passa connosco em áreas da vida tão igualmente importantes quanto o não sabermos o que vestir enquanto olhamos para um armário que rebenta pelas costuras. Significa, pois então, que o nosso apurado sentido estético, a vontade de sermos mais arrojadas e de imprimir o inimitável toque de originalidade na nossa aparência, nos compele a ir sempre mais além, não parar nunca nem nunca nos darmos por satisfeitas. Diria mesmo que, sem estas caracteristicas tipicamente de gaja, o mundo não teria evoluido nem pulado e avançado como bola colorida...pois, isso.
Ou seja: não tarda nada, mudo outra vez de fatiota.
Disse.
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