que muito pouco haverá a dizer, depois do post anterior a este. O que poderá ser maior, mais puro, interessante ou relevante que o amor incomensurável que se sente por um filho, o orgulho desmedido pelas suas "gracinhas", a realização plena de se ter sido capaz de trazer ao mundo aquele ser tão perfeito, a ternura imensa, o riso, as lágrimas, a inquietação, o sossego da noite que enfim chega e em que o sono tranquilo, já solto pelos lençóis, nos assegura que, por hoje, correu tudo bem. Que estão a salvo. O que poderá ser maior que isto, perguntava eu?
Nada, nada, nada. Surge-me, clara e cristalina, a resposta. A mesma que acredito que surja a todos os pais ou, àqueles que não sendo, sabem lá dentro do peito que as crianças são o tesouro mais precioso que existe no mundo.
Assim sendo, por hoje, fico-me por aqui. :-)
Comentários
Avó tu és uma menina grande!
É uma experiência intraduzível, só a podemos viver e partilhar parte da sensação com quem também sente como nós.
E como diz a Susette, TODAS as fases da vida dos nossos filhos são vividas por nós de um modo intenso e absoluto. Sempre. Começam a andar ou a falar e é uma maravilha. Vão para o infantário, socializam, fazem amigos, outra maravilha. Vão para a Escola, aprendem montes de coisas, partilham experiências emotivas, estão «crescidos», outra maravilha. Ficam espigados, adolescentes, refilões, autónomos, inquietos, preocupados, tomam consciência social - mais encanto. Estão jovens adultos, namoram, começam a trabalhar, têm ideias diferentes das nossas - excelente. Por sua vez têm um bebé e o ciclo parece nunca acabar... e nós sempre encantados por termos dado origem à magia que é uma vida.