remexo nas minhas caixas. Caixas de lata ou de cartão que guardo no fundo dos armários ou nas prateleiras de estantes mais ou menos acessíveis. Caixas de correio antigas, blogues inactivos, pastas sem nome armazenadas nos Meus Documentos dos vários computadores por onde me mexo.
De tempos a tempos reencontro antigos "eus", renovo orgulhos, recupero tesouros, sorrio ou fico pensativa. Mas fico sempre mais rica. Porque assim nunca me esqueço de quem sou, de onde venho, de quem me fez crescer, das lutas, dos amores, das batalhas ganhas e de outras perdidas, confiro outra vez que fui e sou capaz de continuar sempre, seguir sempre em frente.
E recordo-me das pessoas, de todas as pessoas que me ensinaram os afectos, que me fizeram melhor do que era antes de as ter armazenado numa das caixinhas da minha vida.
A Joana é uma delas. E o Proximizade, o único blogue colectivo onde participei, guarda o texto que lhe escrevi e um dos que escreveu ela. Que agora guardo aqui, logo aqui abaixo, nesta minha nova caixa onde hoje armazeno as emoções.
De tempos a tempos reencontro antigos "eus", renovo orgulhos, recupero tesouros, sorrio ou fico pensativa. Mas fico sempre mais rica. Porque assim nunca me esqueço de quem sou, de onde venho, de quem me fez crescer, das lutas, dos amores, das batalhas ganhas e de outras perdidas, confiro outra vez que fui e sou capaz de continuar sempre, seguir sempre em frente.
E recordo-me das pessoas, de todas as pessoas que me ensinaram os afectos, que me fizeram melhor do que era antes de as ter armazenado numa das caixinhas da minha vida.
A Joana é uma delas. E o Proximizade, o único blogue colectivo onde participei, guarda o texto que lhe escrevi e um dos que escreveu ela. Que agora guardo aqui, logo aqui abaixo, nesta minha nova caixa onde hoje armazeno as emoções.
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