Avançar para o conteúdo principal

Às Voltas

com a Volta a Portugal em bicicleta.
Chegada a Beja por volta das 16.30 da tarde, numa etapa de 196 kms, desde Portimão, já dancei com o João Baião, algumas quedas aparatosas, a AMALGA que é tão gira vista de cima, olha ali a minha rua!, a descida da estação como se fosse uma montanha russa, mas onde é que anda o camisola amarela?? estes gajos não se cansam? e quando é que isto acaba que não vejo a Meta à vista? o que eu gostava de andar agora ali naquele helicótero.
É giro isto de estar ainda há pouco tempo a participar ao vivo e em directo na festa e agora estar aqui, confortavelmente no sofá, a ver as imagens na Televisão. :-)

Comentários

Susete Evaristo disse…
Pois sortuda!
Mar disse…
LOL! É a vantagem de se viver numa cidade de província, onde a casa fica a 5 minutos do trabalho, mas cheia de intensa vida lúdica e cultural.
XICA disse…
Hã sua toleirona, cheia de sorte, tôda contente, vidinha a favor... é assim mesmo, sempre a abrir, daqui a muito pouco tempo temos autárquicas e muito trabalho ainda por fazer. Bora lá......
Mar disse…
O meu contributo individul não fará, decerto, muita diferença, xica. É o trabalho colectivo que fabrica os resultados, como tu tão bem sabes...
XICA disse…
Mar, quanto a mim, o trabalho mais dificil és tu quem o faz, dás a cara sempre, quer seja bom ou mau e isso amiga, sinceramente, não gostaria de estar na tua pele, aliás já tu disse várias vezes.
Mar disse…
Nessa perspectiva do dar a cara tens razão. Não se faz de ânimo leve e é na maioria das vezes difícil porque, como se sabe, não se agrada a gregos e troianos.. Mas o resto, a avaliação global, essa é feita ao trabalho colectivo e aí...batatas. Se as pessoas acharem que tá mal feito, quem as paga? Daí ser importante a consciencialização para as apostas nos anseios das pessoas. E bem feitas.

Mensagens populares deste blogue

Escrevo

melhor na sombra. Em busca de um pouco de silêncio, volto a esta velha casa, tantos anos ponto de encontro de anónimos, sem amarras, sem nós.  É dificil escrever sobre o medo num local onde se reúnem filhos, irmãos, amigos com rosto, uns mais outros menos, quase nenhuns verdadeiros, quase todos voyers àvidos de vidas que não sejam a sua, sobretudo se houver sangue. Sao salas ruidosas e cheias de tudo, música em loop, filmes da vida real e muita ficção, conversas cruzadas de quem só pede um pouco de atenção, imagens de mundos ao alcance de poucos, quanto mais exótico melhor. São espaços abertos, imensos, demasiado amplos, sem horizonte à vista, cheios de gente aos encontrões, como migantes perdidos em busca de um chão. Andamos por ali, uns e outros, deambulando em scroll, todos conhecidos, todos atores de um teatro que não baixa nunca o pano. E sem espaço para parar, cansados, sem sermos ouvidos, percebemos que só precisamos de um pouco de silêncio. De abrir de novo a represa e...

Esta coisa

nova eu eu descobri na minha mais recente mudança de template e que escarrapachei ali pró lado é muito útil! Eu, que apesar da minha teimosia e de aprender html à conta de muito queimar pestanas, nunca fui capaz de arranjar uma cena daquelas dos feeds ou rss's ou lá o que é e que serviria para me dizer quais os meus blogue(r)s favoritos que tinham acabado de publicar e quando. Nunca fiz a menor idéia de onde ir buscar tal coisa, se tinha que instalar software se não, se apenas teria que que aceder a um site tipo sitemeter, copiar códigos, sei lá, nunca descobri. Nem me esforcei muito, confesso. Apenas maldizia a minha sorte de cada vez que fazia mais uma ronda pelos favoritos e os descobria iguais, paraditos. Aparece agora esta funcionlidade, toda lindinha, no blogger que, diga-se em abono da verdade, tem feito algum esforço de modernização para se equiparar às outras plataformas teoricamente mais sofisticadas. E é ver, os meus favoritos todos ali ao lado, actualizados ao minuto. ...