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Mais uma

sessão do "Acontece em Português", moderada por Carlos Pinto Coelho.
Desta feita, o tema é "Escritores de Canções" e vai contar com...

....
....pasmem!
Pedro Abrunhosa
Carlos Alberto Moniz e Pedro Barroso.
Dia 13, pelas 21.30 na Biblioteca Municipal de José Saramago.
E, porque é de um verdadeiro serviço público que este post trata, adianto aos meus milhares de leitores e ainda aos fãs - os meus (que esses são menos que milhares mas existem, ora se existem!), em primeira mão, que já está confirmada para Dezembro, no âmbito da actividade regular da Biblioteca, a vinda a Beja do grandemente apreciado (por alguns), o grande rival do nosso Nobel, esse vulto da literatura portuguesa e da crónica (que, ainda assim, é a única coisa que consigo gramar do gajo...gostos, pois claro) António Lobo Antunes.
A hora é a mesma, no dia 7 de Dezembro.

Comentários

Fátima disse…
Está muito bonito. Gosto das borboletas e das cores e de te visitar, claro. :)
Anónimo disse…
Olá, Mar. Vais gostar do Lobo Antunes, é um homem surpreendente. Mas não gosto da obra dele. Curiosamente gosto das crónicas.

Sigo como Ciranda, mas talvez te lembres da Nina.
Mar disse…
Mil perdões, minhas queridas, pela demora.

Já cá volto.
Mar disse…
Obrigada fátima, sabes, primeiro pensei em mudar o visual para a imagem de outono mas depois quis antes guardar ainda um bocadinho de primavera.
Também gosto que me visites. :-)
Mar disse…
Bem vinda de volta, Nina (depois logo te chamarei Ciranda):-)

Repara, não misturei o Homem com a obra, hei-de ver o que o primeiro me consegue fazer sentir quando estiver à sua frente e o ouvir enquanto pessoa, depois te direi.
A obra não me emociona. Li há muitos anos o "Manual dos Inquisidores", que considero um bom livro e nunca mais consegui ler nada dele, exceptuando as crónicas.
A última tentativaque fiz, a de ler "Eu hei-de amar uma pedra" confirmou-me que não consigo ler mais de 40 páginas da sua escrita, sem sombra de dúvida.
Anónimo disse…
Tal qual eu, Mar, tal qual eu!!! Se bem que os títulos dos romances sejam incríveis. Li o Tratado das Paixões da alma, mas já não consegui ler Que farei quando tudo arde. E tenho pena.

Bom voltar aqui e cá.
Mar disse…
Também tenho. Até porque entendo o que os apreciadores do Lobo Antunes sentem quando leem afirmações como a nossa. É mais ou menos como eu, quando ouço pessoas a dizer que não conseguem ler Saramago...aquela escrita é como água a sair de uma cascata, como é o possível não seguirem cada linha como se do curso de um rio se tratasse?? :-)

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