
Não sou de sonhar alto demais. Talvez as quedas tenham deixado demasiadas nódoas negras. Tenho a noção dos limites e racionalizo bem até onde vão as minhas capacidades. Mas acredito na utopia como forma de manter a esperança na vida. E venero o sábio que dizia que a utopia serve para continuarmos a caminhar. Sempre a caminhar, com ela no horizonte. Depois, sou de extremos. Um dia é de pés bem assentes na terra, o outro é a embarcar no veleiro do impulso sem sequer levar comprimidos para o enjoo...E também sou teimosa.
Hoje vi a casa da minha vida. E vou consegui-la.
Comentários
(Mas é mesmo, mesmo "the one"?)
E em matéria de sonhos tenho a minha quota de realizações, por isso é que eu digo que, desta vez, também vou conseguir. ;-)