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Apetecia-me...

Verão

Comentários

shark disse…
Se precisares posso ceder-te o meu carregador do telemóvel ou assim... ;)
Mar disse…
É pá a idéia era uma coisa assim com maior voltagem, tipo energia eólica e das marés, ou assim...:-))
shark disse…
(Esta cena anda janada.)

Queria eu dizer que posso sempre soprar-te com força ou providenciar um banho de imersão num jacuzzi para simular as marés, mas se calhar essa voltagem toda que tu queres é areia demais prá minha camioneta...
Mar disse…
Eu já me contentava com um passeiozito no paredão de Carcavelos, ou ali em Milfontes...;-)
Anónimo disse…
Passem pelo nosso blog e deixem a vossa opinião. Se quiserem enviar a vossa opinião seja pelo SIM ou pelo NÃO enviem para pormirandela@hotmail.com

blog Por Mirandela, o caminho certo da cidadania

www.pormirandela.blogs.sapo.pt
shark disse…
Pelas alheiras, marchar, marchar!
margarida disse…
Ainda hoje pensei nisso...:)
jp(JoanaPestana) disse…
está bem pronto, eu empresto-te os cabos.
jálá tens a resposta...tardia pois, mas ando meio sem norte
toma beijos
Mar disse…
(esta caixa tá uma salganhada. Ok: Alheiras, marchar, cabos de bateria, pólos opostos, vamos mas é todos prá praia e prontes.)

Insanidade faz bem de ves em quando...;-)
Mar disse…
VEZZZZZZ
shark disse…
Alheiras de onde? De Mirandela, a terra do coment por cima do meu. Ò daah...

(Essa do paredão despoletou-me uma... uma... grande emoção...) :)

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Escrevo

melhor na sombra. Em busca de um pouco de silêncio, volto a esta velha casa, tantos anos ponto de encontro de anónimos, sem amarras, sem nós.  É dificil escrever sobre o medo num local onde se reúnem filhos, irmãos, amigos com rosto, uns mais outros menos, quase nenhuns verdadeiros, quase todos voyers àvidos de vidas que não sejam a sua, sobretudo se houver sangue. Sao salas ruidosas e cheias de tudo, música em loop, filmes da vida real e muita ficção, conversas cruzadas de quem só pede um pouco de atenção, imagens de mundos ao alcance de poucos, quanto mais exótico melhor. São espaços abertos, imensos, demasiado amplos, sem horizonte à vista, cheios de gente aos encontrões, como migantes perdidos em busca de um chão. Andamos por ali, uns e outros, deambulando em scroll, todos conhecidos, todos atores de um teatro que não baixa nunca o pano. E sem espaço para parar, cansados, sem sermos ouvidos, percebemos que só precisamos de um pouco de silêncio. De abrir de novo a represa e...

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