No Amor, as avaliações são como uma montanha-russa: tão depressa te colocam lá nos píncaros, ser encantado de cabelos de oiro esvoaçante a razar o azul do céu, como te atiram sem contemplações para o fundo, boneco de trapos a morder o pó da feira, quase para baixo dos carris, onde se acumulam embalagens vazias, guardanapos sujos, copos de plástico e cócó de cão.
Adenda pós-post (a vermelho): adoro quando a minha legião de fãs - a nº1 e a nº 2 - se inspira em mim para conseguir escrever qualquer coisita...
Comentários
;-)
Nã falha nada LOL.
E não acho, de todo, que se deva banalizar algo tão grande como esse termo, Amor. E também é verdade que o tipo de emoções que descrevi se aplica mais ao carrocel da paixão, sem dúvida.
Mas o que eu quis referir foi a diferença de estatuto que se adquire aos olhos de quem sente a emoção (seja uma ou outra) quando ela se esgota, quando deixa de ser sentida.
;-)*
Prosaica, q.b. ;-)
E não tem tanto a ver com rapidez da passagem mas mais com o facto de, afinal, sermos sempre a mesma pessoa num ou no outro plano (leia-se, lá no topo da montanha-russa ou debaixo dos carris). Deveríamos, portanto, valer sempre o mesmo, do princípio ao fim.
Depois tenho andado num misto de preguiça e de letargia (não é o mesmo, pois não?) que me fez esquecer de tentar outra vez...passava, lia e lá ia eu...
Agora venho aqui, creio que consigo comentar e tu vens-me lembrar montanhas-russas, destas !!!??? Tás a ver porque é que a letargia é uma coisa boa, Mar??? Porque a gente devia estar proíbida de, a estas deshoras, se lembras de montanhas russa...e tu devias ser presa por isso...
Antigamente não conseguias comentar porque eu fiz a migração disto para o sistema Beta xpto e a coisa andou a correr mal uns tempos...agora acho que estabilizou.
As montanhas russas...pois, a malta não se livra de as percorrer...;-))
Mas fiquei feliz por te tirar da letargia!