em que não somos mais que pequenas cobaias, perdidas no labirinto. Alguém o lança sobre nós, incautos sem que o saibamos, rede invisível de caminhos cruzados, becos sem saída, respostas certas ou erradas, determinantes da sobrevivência ou do definhar para sempre, num recanto sombrio de mais uma esquina que não conseguimos dobrar para o lado certo, o caminho da saida airosa.
Matrizes de resultados interpretadas à lupa para definir o grau de desenvolvimento do espécime. Mais um que falhou. Este está a meio caminho, já percebe alguma coisa, e que tal uma lobotomizaçãozinha para o testar de novo, a seguir?
Há os que falham sempre. Há os que, sabedores dos meandros da experiência, caminhos decorados pela manha da aprendizagem, acertarão, baralhando o investigador.
Mas há sempre os que nunca servirão para cobaia. Porque têm asas que os levantarão acima de qualquer parede com que os tentem rodear.
Comentários
Um beijo daqui.
Outro, de cá até aí Márcia. ;-)
E que tal uma experiência à maneira no magnífico Weblog, hum? :)
É mesmo só com os bonecos...
Todo o dia a organizar Festas e Romarias...
Eu acredito que há sempre uma saída. POr isso o simbolismo da foto (aliás muitos dos meus textos partem de fotos ou imagens que, de tão simbólicas, me despertam a reflexão). Mas é como dizes, depende de cada "espécime" ;-)
Foi mesmo a falta de tempo e a alucinação de ter um gabinete inteiro a organizar uma Feira para daqui a 3 dias...