fazemos merda, o passo seguinte pode ser um de dois:
1. Reconhecemos que fizémos merda e auto-flagelamo-nos, batendo com a cabeça nas paredes, tentado que, da dor associada ao chocalhar dos neurónios, possa resultar a clarividência para descobrir como reparar o mal feito, já que sobre ele não vale a pena chorar, que feito está e dali não passa mais, a não ser para pior.
ou
2. Achamos que estamos cobertos de razão, que funcionamos como um relógio e tal e ainda fazemos mais merda.
Quando acontece o passo 1 é natural que tenhamos que nos mortificar, se a nossa merda, inadvertidamente, atingiu alguém que, por acaso, ia assim a passar, ou alguém que até estava abancado na boa a ver passar os combóios. Não é muito agradável, dá trabalho e tal, algumas reacções mais impacientes da parte de quem, de repente, se vê coberto de merda, obriga-nos a tentar compensar a pessoa, uma limpeza a seco, um café pago ali na esplanada do lado ou uma camisa novinha em folha para que o cheiro a merda desapareça de vez.
No caso do passo 2, a coisa complica-se. Já não há grandes hipóteses de tirar o cheiro com uma, ou até várias, lavagens, a coisa até parece que se entranha, revolta o estômago e ficamos com aquela sensação de mal-estar que não passa nem com alka não sei das quantas (porque não sei escrever, pronto).
O atingido só quer é fugir do local a sete pés, pois que dali não sabe o que há-de esperar. Quem fez uma vez e depois fez duas...até ao dilúvio, tudo é possível. E foge.
1. Reconhecemos que fizémos merda e auto-flagelamo-nos, batendo com a cabeça nas paredes, tentado que, da dor associada ao chocalhar dos neurónios, possa resultar a clarividência para descobrir como reparar o mal feito, já que sobre ele não vale a pena chorar, que feito está e dali não passa mais, a não ser para pior.
ou
2. Achamos que estamos cobertos de razão, que funcionamos como um relógio e tal e ainda fazemos mais merda.
Quando acontece o passo 1 é natural que tenhamos que nos mortificar, se a nossa merda, inadvertidamente, atingiu alguém que, por acaso, ia assim a passar, ou alguém que até estava abancado na boa a ver passar os combóios. Não é muito agradável, dá trabalho e tal, algumas reacções mais impacientes da parte de quem, de repente, se vê coberto de merda, obriga-nos a tentar compensar a pessoa, uma limpeza a seco, um café pago ali na esplanada do lado ou uma camisa novinha em folha para que o cheiro a merda desapareça de vez.
No caso do passo 2, a coisa complica-se. Já não há grandes hipóteses de tirar o cheiro com uma, ou até várias, lavagens, a coisa até parece que se entranha, revolta o estômago e ficamos com aquela sensação de mal-estar que não passa nem com alka não sei das quantas (porque não sei escrever, pronto).
O atingido só quer é fugir do local a sete pés, pois que dali não sabe o que há-de esperar. Quem fez uma vez e depois fez duas...até ao dilúvio, tudo é possível. E foge.
De repente, olha-se para os lados e não se vê vivalma.
É por isso que, quando fazemos merda, nunca devemos tentar encontrar a culpa em terceira pessoa, com elaboradas teorias sobre a engenharia genética do adn dos outros, mas antes, convencermo-nos de que são os nossos intestinos que funcionam mal e procurar rapidamente uns comprimidos estancadores da coisa.
É por isso que, quando fazemos merda, nunca devemos tentar encontrar a culpa em terceira pessoa, com elaboradas teorias sobre a engenharia genética do adn dos outros, mas antes, convencermo-nos de que são os nossos intestinos que funcionam mal e procurar rapidamente uns comprimidos estancadores da coisa.
Para regressar rapidamente ao Passo 1.