O Prémio Nacional do Conto "Manuel da Fonseca", foi ganho por um grande amigo.
Ainda não há publicidade, não se encontra no Google, não sairam páginas de jornal, não está marcado o jantar de gala, não se fala na publicação do livrinho composto por vários pequenos contos que falam da vida, da terra, dos bichos e dos homens.
Ainda não se fez nada disto porque esse amigo está muito doente. Uma daquelas partidas de mau gosto que a vida prega, assim à traição, para mostrar que não temos que nos armar ao pingarelho porque, no fim de tudo, não somos mesmo nada, somos pequeníssimos, um pedaço de matéria com emoções, ao sabor dos desígnios que ditam se acordamos ou não na manhã seguinte.
Foi uma grande rasteira que a vida lhe passou neste momento.
Mas, como que para mostrar que não é uma janela erradamente fechada que vai contar, abriu-se-lhe ao mesmo tempo esta porta bonita, por onde ele vai entrar assim que esteja mais forte. E nós lá estaremos a aplaudir com os olhos a brilhar de tanto orgulho. O que vai ser em breve, breve.
Quando li há tempos aqueles originais, pequenas estórias em folhas brancas batidas à máquina, soube que o prémio era dele. E disse-lho.
Tal como sei que vai combater e sair vencedor da doença que agora o debilita, apenas temporariamente.
Porque os amigos sabem estas coisas.
Ainda não há publicidade, não se encontra no Google, não sairam páginas de jornal, não está marcado o jantar de gala, não se fala na publicação do livrinho composto por vários pequenos contos que falam da vida, da terra, dos bichos e dos homens.
Ainda não se fez nada disto porque esse amigo está muito doente. Uma daquelas partidas de mau gosto que a vida prega, assim à traição, para mostrar que não temos que nos armar ao pingarelho porque, no fim de tudo, não somos mesmo nada, somos pequeníssimos, um pedaço de matéria com emoções, ao sabor dos desígnios que ditam se acordamos ou não na manhã seguinte.
Foi uma grande rasteira que a vida lhe passou neste momento.
Mas, como que para mostrar que não é uma janela erradamente fechada que vai contar, abriu-se-lhe ao mesmo tempo esta porta bonita, por onde ele vai entrar assim que esteja mais forte. E nós lá estaremos a aplaudir com os olhos a brilhar de tanto orgulho. O que vai ser em breve, breve.
Quando li há tempos aqueles originais, pequenas estórias em folhas brancas batidas à máquina, soube que o prémio era dele. E disse-lho.
Tal como sei que vai combater e sair vencedor da doença que agora o debilita, apenas temporariamente.
Porque os amigos sabem estas coisas.

Comentários
Kiss
É bom ver-te de volta.