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O dia de ontem

na pacata cidade de interior onde habito, a mesma que se regista "sem aumentos da criminalidade nos últimos tempos"* foi profícuo em assaltos por intrusão em serviços e edifícios de organismos públicos, presumivelmente praticados pelo mesmo indivíduo alto, magro, cerca de 20 anos, vestido de casaco preto, com o furto de N carteiras do interior de cacifos e das malas deixadas nos locais onde se costuma guardar essas cenas quanto estamos no local de trabalho.
Claro que deixar as chaves do lado de fora da porta dos gabinetes onde se guardam as ditas malas seja acto capaz de ajudar um bocadinho, cousa pouca pffff, quem se dedica a essa árdua tarefa, não? Pois.
* segundo declarações das forças de segurança...


Adenda dedicada ao assaltante: via este blog

Comentários

cereja disse…
Ooooh!
E foste uma delas? Das 'furtadas'?
Mar disse…
Só podia ser eu. A da chave, o que é que achas Emiél?...
XICA disse…
Tu tavas beim era na minha aldêa, por enquanto ainda vamos dêxendo as chéves na porta, e são os vezinhos ou os passantes que nos bradam pas dar.E tamém tens a alternativa das dêxer na mercearia ó no caféi, que tas vêem trazer a casa.Crias uma aldêa assim, não?
Tabéim, tu tás triste e é empresta de vez em quando.
Mar disse…
Poije, gosto munto da tua aldeinha sim! (e dos petiscos então, hummmmm). Ê sô é como diz o outro>: tóina!

( e tu ó énquetada da sapateira não fales comigo, hum!)
Anónimo disse…
Fechas as portitas, fecha, Mar! A maldição há-de funcionar.
Susete Evaristo disse…
Tal como te disse lana "casa" do Shark tens de começar a andar com a chave ao pescoço.
heheheh!!!!!!!!!
Mar disse…
Eu agora fecho tudo, fecho-me a mim, a boca e os braços a esta bandidagem e abro é os olhos!


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Já viste isto susete, eu tenho lá pachorra para estas coisas (e além do mais detesto andar de mala...)

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