Não vou esperar pela meia-noite.
Porque à meia-noite estarei a ouvir os foguetes e talvez esta canção, entoada por quem me rodear nas celebrações deste, mais um, vinte e cinco de Abril. Foi sempre assim. Desde que, há trinta e quatro anos atrás, numa manhã atribulada de mistério e emoções soube que havia algo de muito importante que tinha mudado. Mesmo sem perceber, na altura, concretamente o quê.
Hoje que percebo, que cada vez mais entendo e cada vez mais defendo, tenho que estar lá. Na rua. Onde esteve o povo, onde estão os cravos. Lá é o meu lugar, é cada vez mais o lugar de quem sabe que é preciso lembrar, lembrar sempre, não deixar que se esqueça, que se branqueie.
Porque à meia-noite estarei a ouvir os foguetes e talvez esta canção, entoada por quem me rodear nas celebrações deste, mais um, vinte e cinco de Abril. Foi sempre assim. Desde que, há trinta e quatro anos atrás, numa manhã atribulada de mistério e emoções soube que havia algo de muito importante que tinha mudado. Mesmo sem perceber, na altura, concretamente o quê.
Hoje que percebo, que cada vez mais entendo e cada vez mais defendo, tenho que estar lá. Na rua. Onde esteve o povo, onde estão os cravos. Lá é o meu lugar, é cada vez mais o lugar de quem sabe que é preciso lembrar, lembrar sempre, não deixar que se esqueça, que se branqueie.
Até amanhã, meus amigos.
Comentários
Para mim esta data é mágica.
Nasci hoje.
Lá o 25 de Abril é Festa!
SEMPRE!!!!
Mesmo que me repita um pouco, mas não me ralo nadinha...
Um abraço.
Ainda por cima sei bem que sempre que tens tempo deitas uma olhadela lá pelo estaminé.
Foi só uma gracinha, porque eu cá faço a festa, deito os foguetes e apanho as canas... Comemoro o mês todo, mas sou mais velha do que tu e esta data marcou-me especialmente.