é o título do texto que encima a pesquisa no Google, feita por "Cristina Taquelim".
E não lhe poderia fazer maior justiça, este título para um texto que fala de si.
Paixões.
As que desperta e as que a movem. As que desperta são avassaladoras e para a vida. As que a movem são grandiosas e simples a uma só vez (e voz).
Quando a conhecemos pela primeira vez não somos capazes de perceber logo o que, verdadeiramente, a faz caminhar. Depois de algumas horas de conversa, não há equívoco possível: aquela mulher esconde em si uma multidão de gente. A mãe-ídolo, a mulher-companheira, a profissional determinada, a chefe-amiga mas firme, a colega solidária e disponível, a sonhadora-contadora, a sensível e emotiva mediadora, a amiga que tempo algum ou longe, ou distância conseguem afastar, uma vez ganha, a artista criativa. Tudo embrulhado nas paixões. As que põe em todas as realizações que consegue, sempre que a isso se propõe, materializar. As que vai revelando aos poucos, à medida que tece, como a Moça Tecelã, a imagem de si que guardaremos para sempre connosco, aquela com que nos conquista e encanta, a que vamos nós construindo ao som da história e das estórias que sempre moram em cada assunto que connosco aborda, pessoal ou profissional.
Tenho o privilégio de a conhecer em todas estas facetas, de com ela ter partilhado uma parte do caminho que a tem levado até ao topo, de lhe conhecer os brilhos e as nuvens no olhar, de lhe decifrar o timbre e, por vezes, o tremor, naquela voz que a individualiza do resto do mundo.
A última conheci-lha agora, há escassos dois ou três dias.
E não lhe poderia fazer maior justiça, este título para um texto que fala de si.
Paixões.
As que desperta e as que a movem. As que desperta são avassaladoras e para a vida. As que a movem são grandiosas e simples a uma só vez (e voz).
Quando a conhecemos pela primeira vez não somos capazes de perceber logo o que, verdadeiramente, a faz caminhar. Depois de algumas horas de conversa, não há equívoco possível: aquela mulher esconde em si uma multidão de gente. A mãe-ídolo, a mulher-companheira, a profissional determinada, a chefe-amiga mas firme, a colega solidária e disponível, a sonhadora-contadora, a sensível e emotiva mediadora, a amiga que tempo algum ou longe, ou distância conseguem afastar, uma vez ganha, a artista criativa. Tudo embrulhado nas paixões. As que põe em todas as realizações que consegue, sempre que a isso se propõe, materializar. As que vai revelando aos poucos, à medida que tece, como a Moça Tecelã, a imagem de si que guardaremos para sempre connosco, aquela com que nos conquista e encanta, a que vamos nós construindo ao som da história e das estórias que sempre moram em cada assunto que connosco aborda, pessoal ou profissional.
Tenho o privilégio de a conhecer em todas estas facetas, de com ela ter partilhado uma parte do caminho que a tem levado até ao topo, de lhe conhecer os brilhos e as nuvens no olhar, de lhe decifrar o timbre e, por vezes, o tremor, naquela voz que a individualiza do resto do mundo.
A última conheci-lha agora, há escassos dois ou três dias.
"Malaquias", de Cristina Taquelim.
O Rei que
dizem que quando lia...
sonhava,
sonhava
e tudo aparecia.
Não há como fugir a paixões assim.


Comentários
(Maria Papoila)
:)