foram demorados, feitos com aquele cuidado que se coloca apenas quando tratamos de coisas especiais, de importância determinante.
Com paciência, tudo a seu tempo, estudámos pormenores e desejos, conciliámos gostos e feitios, agendas e vidas, para que nada, nesse dia, corresse o risco de falhar.
Antecipámos cada minuto, com aquele gosto com que se saboreia uma memória que ainda não temos mas que já prevemos doce e indelével. E falámos, falámos muito, entretanto. Conversas fora de horas, por tudo e por nada, achas melhor convidar também o X? E a Y, com quem é que a vamos acomodar? Olha lá, agora de repente falhou-nos o Z! ficamos com quartos a mais. Se calhar não, porque ainda nos falta a confirmação dos Ms., pelo dia fora e pela noite dentro, por nada e por tudo. Talvez tenha sido logo desde aí, dessa parceria perfeita, que a cumplicidade se instalou de pedra e cal. Ou se calhar até foi antes, quando apenas podíamos prever a simpatia mútua e ainda não conhecíamos o impacto de um primeiro encontro regado a tinto de reserva e muita conversa. O que sei é que hoje, dois anos volvidos, ela continua igual. A cumplicidade. Não, igual não, mais forte que nunca. Amadurecida pelos dias que passámos a partilhar desde então, pelos demais projectos que integrámos em conjunto depois desse, pelas mágoas e pelos risos, por todas as pequenas e grandes coisas que conhecemos e fomos vendo pelos olhos um do outro. O Encontro das Mantas foi um sucesso. Acredito que nos tocou a todos, a cada um de forma diferente pois que diferentes somos enquanto pessoas.
Mas a sua marca de fogo, a memória celebrada de cada vez que, a despropósito, nos ocorre uma frase, uma imagem, uma música, uma gargalhada, um cheiro ou sabor desse dia, essa ficou em nós, parceiro, com o orgulho de quem construiu uma obra valiosa. Uma amizade para o resto dos dias que se seguiram e se hão-de seguir. Acho que é motivo para estarmos ambos de parabéns. :-)
Com paciência, tudo a seu tempo, estudámos pormenores e desejos, conciliámos gostos e feitios, agendas e vidas, para que nada, nesse dia, corresse o risco de falhar.
Antecipámos cada minuto, com aquele gosto com que se saboreia uma memória que ainda não temos mas que já prevemos doce e indelével. E falámos, falámos muito, entretanto. Conversas fora de horas, por tudo e por nada, achas melhor convidar também o X? E a Y, com quem é que a vamos acomodar? Olha lá, agora de repente falhou-nos o Z! ficamos com quartos a mais. Se calhar não, porque ainda nos falta a confirmação dos Ms., pelo dia fora e pela noite dentro, por nada e por tudo. Talvez tenha sido logo desde aí, dessa parceria perfeita, que a cumplicidade se instalou de pedra e cal. Ou se calhar até foi antes, quando apenas podíamos prever a simpatia mútua e ainda não conhecíamos o impacto de um primeiro encontro regado a tinto de reserva e muita conversa. O que sei é que hoje, dois anos volvidos, ela continua igual. A cumplicidade. Não, igual não, mais forte que nunca. Amadurecida pelos dias que passámos a partilhar desde então, pelos demais projectos que integrámos em conjunto depois desse, pelas mágoas e pelos risos, por todas as pequenas e grandes coisas que conhecemos e fomos vendo pelos olhos um do outro. O Encontro das Mantas foi um sucesso. Acredito que nos tocou a todos, a cada um de forma diferente pois que diferentes somos enquanto pessoas.
Mas a sua marca de fogo, a memória celebrada de cada vez que, a despropósito, nos ocorre uma frase, uma imagem, uma música, uma gargalhada, um cheiro ou sabor desse dia, essa ficou em nós, parceiro, com o orgulho de quem construiu uma obra valiosa. Uma amizade para o resto dos dias que se seguiram e se hão-de seguir. Acho que é motivo para estarmos ambos de parabéns. :-)

A foto é tua, pois.(e clicando-lhe em cima fica...voilá!)
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