
aqui
esta coisa de ter um blogue só nosso tem de fixe, mas mesmo muito fixe, é que podemos mudar de idéias a qualquer momento e não há ninguém para chatear a dizer que não cumprimos os prazos de entrega na editora ou a corrigir um parágrafo inteiro ou a inventar capítulos por nós, ou seja o que fôr.
Um blogue é mais uma casa. Nossa.
E com as caixas de comentários vazias ainda mais.
E com as caixas de comentários vazias ainda mais.
Comentários
Contudo, aceito melhor ser ostracisado do que ser circuncisado (que é o mais próximo que consigo encontrar para esta estranha sensação de me ter sido tirada em público a chave da porta - remember?).
Por outro lado, corre o boato que nos comentamos mutuamente e eu detesto desmentir um rumorzinho bacano.
E ainda há a simples e compreensível tentação de te tirar as ilusões de que és a única do contra, para além de te privar dessa sensação de posse imobiliária virtual à custa do silêncio forçado dos comentadores (sobretudo do tal co-protagonista do boato que citei).
Mesmo que não respondas a este comentário só para me contrariares o discurso e assim provares que afinal és mesmo mais do contra do que eu, vencerei.
Nesse pior cenário resolvo o problema assumindo-me okupa...
(Juro que limpei os pés antes de entrar e prometo que ao sair fecharei a porta. Chuac.)
(Chuac outra vez, mas este com um arzinho de putinha manhosa.)
(mas isto de ser a proprietária de escritura passada não invalida os okupas.) :-))
;)
toma beijo
É por isso que eu digo que é uma casa. As pessoas podem sempre espreitar à janela sem que nós as queiramos impedir. ;-)
É sempre a mesma coisa. Um gajo esmifra-se e depois...
:-))
(eu nem sempre venho comentar, se calhar pelos mesmos motivos que comentas pouco no Pópulo, o tempo não esticar e muita coisa ser feita à pressa...)
Mas o que importa é isto, termos as portas da nossa vivendazita abertas para os receber sempre que assim o queiram, né? Eu gosto. (Também subscrevo o que dizes sobre os blogues colectivos)