Como acabar com a p*** da rotina antes que ela acabe connosco tentando, depois, não morrer da culpa por ter quebrado a rotina...?
Longe da "exaltação" inicial da entrada na blogosfera, hoje, reduzo-me a um pequeno núcleo de blogues que me despertam interesse. Cada vez mais pequeno. Dispenso blogues sobre política, "noticiários" quase réplica dos restantes órgãos/meios de comunicação social. Não consulto os blogues de "colunáveis" da blogosfera pois por serem "de referência" despertam a minha veia "do contra" e, para além disso, vejo os seus autores noutros suportes a dizer as suas coisas, daí já não me apetecer ver o que dizem por esta via. Não tenho paciência para blogues quase só feitos de imagens, muito menos os que seguem à risca o mote "uma imagem vale mais que mil palavras". Para isso vou a sites de fotografia, que os há aos molhos, e escolho eu as fotos de que gosto. Cada vez menos me interessam as polémicas, os intensos debates sobre as opiniões/posições políticas e afins de uns quantos blogues opositores também tidos como "de referência...
Comentários
;)
Mas neste caso é impossível acabar com a p*** da rotina porque ela tem a ver com obrigações que não se podem mudar: trabalho e filhos.
Como vês, a quebra a um ou a outro dos items induzirá a p*** da culpa...e eu neste círculo vivioso prestes a cair para o lado. :-)
Quando acabar de substituir mentalmente as estrelinhas por letras e caso ainda reste algum neurónio, logo virei dar-te uma mãozinha na resolução deste dilema. (Ora bem... um pê e um a, pá. Um pê e um é, pé...)
Recebi este comentário do shark no meu email mas aqui não apareceu.
Cá está ele com a minha resposta:
LOL!(e o neurónio tá a ageuentar-se??)
Tive que suspender o raciocínio profundo quando cheguei ao pê e um ó, pó...
Mas logo que recupere, passo ao u e aí estou certo de que decifro a primeira tranche do mistério.
Só levo uma vantagem é que, sempre que tenho oportunidade de quebrar a p**** da rotina não me assaltam sentimentos de culpa, porque sei que preciso dessa rotura para poder continuar com a p**** da rotina!
Pega lá um beijo solidário!
A culpa, essa grande...vadia. Eu também sei disso mas ainda não consegui encontrar o equilíbrio para a combater. Fica sempre a sensação de ter deixado para trás isto ou aquilo que até era inadiável ou estes ou aqueles que até eram prioritários (os putos claro) ou outra coisa qualquer que eu hei-de inventar para me dar cabo dos c****s. ;-))