até foi amplamente noticiado, tempos atrás, pela blogosfera fora. Mas como não sou seguidista e muito menos carneiro em fila obediente a balir mééé para não se arriscar a levar um cachação nas orelhas se tiver o azar de sair fora do rebanho, aliás, o meu orgulhoso feitiozinho Touro, dá-me mais assim para dar umas marradas valentes e cavar teimosamente o chão com os cascos, mesmo que o dito seja de basalto impenetrável..., confesso que não liguei muito.
Foi por isso que, apenas ontem, enquanto bebericava um café na Cafetaria da Biblioteca Municipal e fazia tempo para que a miuda se fartasse da brincadeira ou que, em alternativa, chegasse a hora inadiável em que lá teria que a ir buscar, arrastada à força para fora do sector infantil, ao passar uma distraída vista de olhos pelas revistas disponíveis no escaparate, dei com o título que me despertou a vontade de deixa ver como é, afinal.

(única imagem encontrada no Google, dado que o site próprio está "sob construção")
Foi por isso que, apenas ontem, enquanto bebericava um café na Cafetaria da Biblioteca Municipal e fazia tempo para que a miuda se fartasse da brincadeira ou que, em alternativa, chegasse a hora inadiável em que lá teria que a ir buscar, arrastada à força para fora do sector infantil, ao passar uma distraída vista de olhos pelas revistas disponíveis no escaparate, dei com o título que me despertou a vontade de deixa ver como é, afinal.

(única imagem encontrada no Google, dado que o site próprio está "sob construção")
O Dossier Blogosfera, na revista Psicologia Actual de Agosto, para além de vir na senda de uma coisa parecida, feita em 2003 pela Revista Rodapé em Beja, embora esta última com carácter muito mais caseiro, claro, como o demonstra a óbvia falta de participação de prestigiados professores universitários, reúne um conjunto de textos de bloggers conhecidos, que abordam as várias vertentes daquilo que andamos todos práqui a fazer. Todos muito bem escritos, sem falhas ortográficas ou gramaticais e alguns com piada.
O que mais me agradou, a seguir a umas boas gargalhadas suscitadas pelo estilo despretencioso do Animal, "cujo alter-ego é um tal Jorge Bacelar, que dá umas aulas esquisitas de design" sic do blogue dos Marretas, foi ficar a saber que, segundo a Lei Tendencial de O Pornographo, ali naquele artigo em estreia universal, sou uma blogger do tipo blogaranha comutante que tende a tecer uma chincha espontânea. Se não perceberam um boi vão ler a revista mas como até sou amiguinha adianto apenas que a tradução disto é, basicamente, que sou uma zé-ninguém anónima que vem para aqui mandar umas bocas alternativas à vida real e vai criando umas empatias, afectos e ódios, não necessariamente por esta ordem. Para além de constatar que este autor nos aconselha o mesmo que eu já descobri na pele há muito tempo e que é "não cometais o erro de ver ali (blogosfera) uma realidade homogénea, aberta e fraterna e assim".
Melhor do que tudo isto, só mesmo o rever-me nuns quantos pontos de "Os Dez Sinais de que está Blogodependente", nomeadamente o 6, o 7 e o 8, o que fará de mim, deduzo, um case study* já aceitável.
Anotem que me ofereço aqui como voluntária para pesquisa, doando desde já a minha mente e seus correspondentes reflexos no meu blogue, em prol da ciência e do progresso.

*já agora, a propósito de case study e ao abrigo do ponto 7 da blogodependência vi há bocado, no supermercado, uma coisa que vai dar o post seguinte, olá se vai.
Comentários
Não fiz nada. Juro. Limitei-me a publicar umas postas e acho que a coisa se compôs...;-) mas ainda bem.
Mas sim, estão giros os artigos, uns mais que outros, se bem que o objectivo, divulgar a blogosfera, esse, seja meritório.
O post seguinte é "sério". À Emiéle. Mesmo. Foi por causa do termo "case study" que me ocorreu. Quando tiver tempo escrevo.
(e o dinheiro para as compras, onde, onde?);-)
(Dinheiro não é problema.) :)