na sequência dos vossos comentários animadores ali da posta de baixo (be afraid of what you wish...), contar-vos que tive um furo.
Pois é, se há coisa que a mim transtorna assim a raiar o mais puro pânico (estou a exagerar, claro. Ou não...) é todo o tido de assuntos relacionados com a viatura onde me desloco e que não tenham que ver com o acto simples de pegar na mangueira e enfiar lá no receptáculo apropriado, para dar de comer ao bicho.
Tudo o resto é terror puro. Não sei ver níveis disto nem daquilo, nem faço a menor idéia do tempo apropriado para que os istos e aquilos se esgotem, à medida que palmilho quilómetros, sobretudo, de cidade. Não imagino onde diabos se escondem, numa mala de carro vazia e limpa, todos aqueles artefactos estranhos que os homens - eles sim! - extraem, como se de um parto automóvel se tratasse, na hora H. Essa, a do furo.
Resumindo, ia calmamente e a horas! para o serviço quando os solavancos estranhos do lado direito me fizeram temer a tragédia. Saída do carro (sem colete, claro, alguma vez eu ia vestir aquela coisa horrorosa??), constato o pior: o dito cujo do lado direito frontal, estava morto, esbodegado para os lados, com ar de quem daqui já não arredo pé.
Entrei, de imediato, em acção, que isto uma gaja não pode dar parte de fraca: liguei a todos os homens passíveis de me ajudar numa ocasião daquelas.
À segunda tentativa (já ligeiramente a entrar em desespero...) lá consigo que uma alma caridosa me perguntasse, em tom jocoso, onde estava e que esperasse que vinham já a caminho (eu juraria que ainda achei que ouvi, são Grandes desgraças..., e alguns risos mas vou fazer de conta que não).
Cinco minutos depois, um jipe da protecção civil, mais dois funcionários fardados, "acoplou-se" às traseiras da minha viatura e, de imediato, aparecem milagrosamente das entranhas do estúpido do veículo, triângulos, atão mas a doutora não sabe que devia ter posto o triângulo a 30 metros?, eu?? o quê, isto? 30 metros? onde é que isso diz?, chaves de todos os tamanhos e feitios, o famoso macaco, nunca percebi o raio do nome mas adiante...e, héllas!, o pneu sobresselente a reluzir!
Pois é, se há coisa que a mim transtorna assim a raiar o mais puro pânico (estou a exagerar, claro. Ou não...) é todo o tido de assuntos relacionados com a viatura onde me desloco e que não tenham que ver com o acto simples de pegar na mangueira e enfiar lá no receptáculo apropriado, para dar de comer ao bicho.
Tudo o resto é terror puro. Não sei ver níveis disto nem daquilo, nem faço a menor idéia do tempo apropriado para que os istos e aquilos se esgotem, à medida que palmilho quilómetros, sobretudo, de cidade. Não imagino onde diabos se escondem, numa mala de carro vazia e limpa, todos aqueles artefactos estranhos que os homens - eles sim! - extraem, como se de um parto automóvel se tratasse, na hora H. Essa, a do furo.
Resumindo, ia calmamente e a horas! para o serviço quando os solavancos estranhos do lado direito me fizeram temer a tragédia. Saída do carro (sem colete, claro, alguma vez eu ia vestir aquela coisa horrorosa??), constato o pior: o dito cujo do lado direito frontal, estava morto, esbodegado para os lados, com ar de quem daqui já não arredo pé.
Entrei, de imediato, em acção, que isto uma gaja não pode dar parte de fraca: liguei a todos os homens passíveis de me ajudar numa ocasião daquelas.
À segunda tentativa (já ligeiramente a entrar em desespero...) lá consigo que uma alma caridosa me perguntasse, em tom jocoso, onde estava e que esperasse que vinham já a caminho (eu juraria que ainda achei que ouvi, são Grandes desgraças..., e alguns risos mas vou fazer de conta que não).
Cinco minutos depois, um jipe da protecção civil, mais dois funcionários fardados, "acoplou-se" às traseiras da minha viatura e, de imediato, aparecem milagrosamente das entranhas do estúpido do veículo, triângulos, atão mas a doutora não sabe que devia ter posto o triângulo a 30 metros?, eu?? o quê, isto? 30 metros? onde é que isso diz?, chaves de todos os tamanhos e feitios, o famoso macaco, nunca percebi o raio do nome mas adiante...e, héllas!, o pneu sobresselente a reluzir!
Vocês não me lixem! Mas há alguma mulher - no mundo! - que possa gostar de fazer aquilo? Ele é pontapés na chave não sei quantas porque sabe, isto é apertado na máquina, a vácuo e, às vezes, é um bocadinho difícil de desatarrachar..., suor em bica porque são 9 da manhã e já estão 37º, manchas pretas de petróleo processado em borracha vulcanizada, por tudo quanto é sítio do corpo e da roupa quando, enfim, o excelentíssimo pneu se digna a ceder, um cenário de meter medo, pronto!
E depois, quem é que tem força para levantar aquele mamarracho do pneu cheio e fazê-lo encaixar lá com os pinos onde - de novo - se tem que atarrachar aquela coisada toda?
Poupem-me.
Eu sou uma lady e arrogo-me o direito de me recusar terminantemente a fazer aquilo. Tal como concederei, de barato, que qualquer homem me diga que odeia fazer bordado de ponto cruz. São coisas dos genes, pronto. E não há feminista no mundo que me convença!
O único problema que vislumbro, assim um nadinha apoquentada, é a hipótese desta trampa me acontecer numa altura em que esteja longe dos tais homens de que sempre me socorro em alturas de crise e depois lá vou ter que largar uma pipa de massa para chamar um reboque...
O único problema que vislumbro, assim um nadinha apoquentada, é a hipótese desta trampa me acontecer numa altura em que esteja longe dos tais homens de que sempre me socorro em alturas de crise e depois lá vou ter que largar uma pipa de massa para chamar um reboque...

Comentários
Tem de vir um homem acudir-me, de preferencia o meu!!
E não acho que seja uma atitude machista, eles adoram essas coisas, a maioria das mulheres detesta, para quê forçar?
Andava há séculos para vir conhecer o teu blog ("conheço-te" dos comentários da Emiéle) e adorei! Vou ficar cliente!
Desde já agradecido.
Um cidadão mecânico de automóveis que também muda pneus.
E é isso mesmo, aquilo que temos inscrito no código genético não é para mudar. Mulheres contra a mudança de pneus! Olarila!
Aplaudo a tua postura no post e na caixa.
E odeio mudar pneus.
Vá confessa, não sabes mudar pneus!
E aqueles pneus no feminino que, pelos azares da vida, nos vêm parar às mãos? Sabes como mudá-los?
E obrigada pelo "bem dispost" ;-)))
(pois eu não Sei, não quero saber, quero mais é que ELES os mudem)
(que os há que também não gostam,como afirmas e é uma verdade, er...vide mais acima) :-))