é um dos blogues que conheço desde os meus primórdios na Blogosfera.
É escrito pelo Vasco Barreto, que alterna a sua vida entre Nova Iorque e, ocasionalmente, Lisboa.
Em tempos mais idos, teve uns "colaboradores" muito sui generis, até ao dia em que o Vasco decidiu assumir a gestão da casa sózinho.
A este autor devo, ainda (há quantos anos, três?), a publicação de um texto seu numa revista da nossa cidade, entretanto suspensa. Dos poucos emails que trocámos, por ocasião do seu envio do texto escolhido, metade foram de mim para ele, a desfazer-me em desculpas pelos sucessivos atrasos. Coisas de orçamentos e planos de actividades e assim...até hoje.
Não existe previsão de quando tornará a ser editada a revista. Mas, nesse dia, o texto do Vasco, o do Jorge-Shark e o da Maria Clara-Caínha, seleccionados desde essa altura, serão dos mais importantes para mim. Porque assumi esse compromisso, que não depende apenas de mim ou já estaria honrado há muito tempo.
Seja como fôr, para destacar o excerto de um post do Memória Inventada, transcrito de um outro autor e que é uma das maiores delícias da observação crítica sobre relacionamentos humanos, que já pude ler. Ide lá ver:
No meu livro “O Joalheiro” (1987) há um conto intitulado “A Quinta do Mobutu” que começa assim:”
“Naquele parte do Universo onde o Todo-Poderoso continua a manter escondidos os seus escritórios e arquivos, certamente se atarefam funcionários que, das nove às cinco, fazendo horas extraordinárias nas urgências, enredam, puxam, destrinçam e alisam o infinito número de linhas invisíveis que de maneiras diferentes, com espessuras variadas, ligam os humanos uns aos outros."
José Rentes de Carvalho
É escrito pelo Vasco Barreto, que alterna a sua vida entre Nova Iorque e, ocasionalmente, Lisboa.
Em tempos mais idos, teve uns "colaboradores" muito sui generis, até ao dia em que o Vasco decidiu assumir a gestão da casa sózinho.
A este autor devo, ainda (há quantos anos, três?), a publicação de um texto seu numa revista da nossa cidade, entretanto suspensa. Dos poucos emails que trocámos, por ocasião do seu envio do texto escolhido, metade foram de mim para ele, a desfazer-me em desculpas pelos sucessivos atrasos. Coisas de orçamentos e planos de actividades e assim...até hoje.
Não existe previsão de quando tornará a ser editada a revista. Mas, nesse dia, o texto do Vasco, o do Jorge-Shark e o da Maria Clara-Caínha, seleccionados desde essa altura, serão dos mais importantes para mim. Porque assumi esse compromisso, que não depende apenas de mim ou já estaria honrado há muito tempo.
Seja como fôr, para destacar o excerto de um post do Memória Inventada, transcrito de um outro autor e que é uma das maiores delícias da observação crítica sobre relacionamentos humanos, que já pude ler. Ide lá ver:
No meu livro “O Joalheiro” (1987) há um conto intitulado “A Quinta do Mobutu” que começa assim:”
“Naquele parte do Universo onde o Todo-Poderoso continua a manter escondidos os seus escritórios e arquivos, certamente se atarefam funcionários que, das nove às cinco, fazendo horas extraordinárias nas urgências, enredam, puxam, destrinçam e alisam o infinito número de linhas invisíveis que de maneiras diferentes, com espessuras variadas, ligam os humanos uns aos outros."
José Rentes de Carvalho
Comentários
Justifica-se.
E o blog é porreiro.
(E o Shark merece maiúscula, ó faxavôr...)
Bem como a alteração do nome da Maria, do Puta de Vida, tinha aordem trocada.
E repara que o elogio não é feito ao blogue, é feito ao velhote, autor do livro citado, o post original tem lá a foto dele...;-)))
O Memória Inventada é muito bom. Ainda bem que quando fazemos estes destaques eles servem efectivamente para alargar o conhecimento dos blogues que já descobrimos a outras pessoas, como no teu caso aconteceu. Tem a ver com o meu post acima.: é tão difícil encontrar coisas de qualidade. :-)