(gosto mesmo destas doutas expressões que dão assim a idéia de que eu até sou uma gaja letrada e tal)
que, após publicar o post anterior e durante todos os afazeres subsequentes da manhã, andei a pensar cá para comigo que, se calhar, tinha que fazer aqui um post-adenda a explicar umas coisinhas mais (porque ninguém lê lençóis e se explicasse tudo, tutto, tudinho ali no post de baixo vocês davam à sola sem ler metade), antes que as más línguas viessem a pensar que eu tinha os Serviços da Protecção Civil ao meu uso e serviço exclusivos.
Vai na volta, ainda o pensado nem tinha sido dito, muito menos escrito, eis que não tarda a questão, colocada por um solícito comentador "quaisi quaisi Exmo. Senhor Professor Doutor".
Então, cá vai o post-adenda:
Post-adenda ao Post "E agora até podia"
Após a conclusão da odisseia, eu e os funcionários-colegas-anjos-da-guarda da Protecção Civil Municipal que me acudiram, ainda ficámos por ali uns minutos, em plena avenida das Piscinas Municipais, em "hora de ponta" matutina, a rir do ridículo da situação e do olhar curioso dos transeuntes - sobretudo mulheres - que nos miravam.
Comentava eu - preparem-se que, agora, o mulherio todo da cidade vai começar a passar palavra de que quando se virem em apuros, meninas, é só chamar a Protecção Civil! - e os colegas respondiam que não era mal pensado alguém montar uma empresa de mudança de pneus a senhoras.
Ora isto para explicar que, o responsável pelo jipe acontece ser também um colega e amigo que se dirigia para entrar ao serviço, tal como eu, à mesma hora do que eu. E que, nesse âmbito, da amizade e solicitude, se dispôs a prestar-me a ajuda que lhe pedi, antes da entrada ao serviço e sem qualquer problema em ter que esconder fosse o que fosse.
São assim as pessoas quando são amigas e não têm medo das más-línguas.
É preciso merecê-los, estes pequenos gestos.
que, após publicar o post anterior e durante todos os afazeres subsequentes da manhã, andei a pensar cá para comigo que, se calhar, tinha que fazer aqui um post-adenda a explicar umas coisinhas mais (porque ninguém lê lençóis e se explicasse tudo, tutto, tudinho ali no post de baixo vocês davam à sola sem ler metade), antes que as más línguas viessem a pensar que eu tinha os Serviços da Protecção Civil ao meu uso e serviço exclusivos.
Vai na volta, ainda o pensado nem tinha sido dito, muito menos escrito, eis que não tarda a questão, colocada por um solícito comentador "quaisi quaisi Exmo. Senhor Professor Doutor".
Então, cá vai o post-adenda:
Post-adenda ao Post "E agora até podia"
Após a conclusão da odisseia, eu e os funcionários-colegas-anjos-da-guarda da Protecção Civil Municipal que me acudiram, ainda ficámos por ali uns minutos, em plena avenida das Piscinas Municipais, em "hora de ponta" matutina, a rir do ridículo da situação e do olhar curioso dos transeuntes - sobretudo mulheres - que nos miravam.
Comentava eu - preparem-se que, agora, o mulherio todo da cidade vai começar a passar palavra de que quando se virem em apuros, meninas, é só chamar a Protecção Civil! - e os colegas respondiam que não era mal pensado alguém montar uma empresa de mudança de pneus a senhoras.
Ora isto para explicar que, o responsável pelo jipe acontece ser também um colega e amigo que se dirigia para entrar ao serviço, tal como eu, à mesma hora do que eu. E que, nesse âmbito, da amizade e solicitude, se dispôs a prestar-me a ajuda que lhe pedi, antes da entrada ao serviço e sem qualquer problema em ter que esconder fosse o que fosse.
São assim as pessoas quando são amigas e não têm medo das más-línguas.
É preciso merecê-los, estes pequenos gestos.
Não são para todos/as.
Comentários
(um reparo por causa das más-línguas, e, especialmente, por causa das línguas más).
Adenda ao comentário: Quem tem amigos desses... estime-os bem.