Avançar para o conteúdo principal
Introspecciono-me. Entranho-me em mim, interiorizo, indivíduo-me.
Cada vez menos sei dar-me.
E nem sei se isso é mau.

para dentro*

Comentários

vague disse…
Uma fase, é melhor pensar assim :)
shark disse…
Não é mau, é péssimo.
O que é preciso é teres a pontaria bem afinada pra não desperdiçares "munições"... ;)
Mar disse…
É natural vague, eu sou assim mesmo, de fases extremas.
Mas, como digo ali, não tem de ser uma coisa má. Acho que, às vezes, precisamos dos nossos silêncios, né?
Mar disse…
Sempre soube para onde "apontar" shark, isso não está em causa. As doações fazem-se apenas com muitas certezas e a quem, comprovadamente, merece.
Falava apenas de não me apetecer escrever, "dar-me" por aqui.
vague disse…
A quem o dizes, Mar :)
Mar disse…
Sei que também aprecias esses teus "tempos", de quando em quando, vague.
Não creio que seja mau. Parece-me assim como que um ciclo, de casulos e renascimentos.
E as borboletas são sempre mais belas que o ser que entrou para dentro do casulo, ou não são? :-)
shark disse…
Desculpa, não tinha percebido a ideia. E aí a coisa muda de figura. O cinismo, a maledicência e a hipocrisia oportunista da maioria dos que nos medem pelo que nos damos aqui justifica algumas hesitações.
Concordo em absoluto contigo. Não sei se é mau, reprimirmos de vez em quando essa "generosidade" com que nos escrevemos.
Mar disse…
Era essa mesma a idéia, shark. Ando num tempo de reservas. E, como apenas sei escrever aquilo que sou e sinto, acabo por não escrever nada. :-)

Mensagens populares deste blogue

Escrevo

melhor na sombra. Em busca de um pouco de silêncio, volto a esta velha casa, tantos anos ponto de encontro de anónimos, sem amarras, sem nós.  É dificil escrever sobre o medo num local onde se reúnem filhos, irmãos, amigos com rosto, uns mais outros menos, quase nenhuns verdadeiros, quase todos voyers àvidos de vidas que não sejam a sua, sobretudo se houver sangue. Sao salas ruidosas e cheias de tudo, música em loop, filmes da vida real e muita ficção, conversas cruzadas de quem só pede um pouco de atenção, imagens de mundos ao alcance de poucos, quanto mais exótico melhor. São espaços abertos, imensos, demasiado amplos, sem horizonte à vista, cheios de gente aos encontrões, como migantes perdidos em busca de um chão. Andamos por ali, uns e outros, deambulando em scroll, todos conhecidos, todos atores de um teatro que não baixa nunca o pano. E sem espaço para parar, cansados, sem sermos ouvidos, percebemos que só precisamos de um pouco de silêncio. De abrir de novo a represa e...

Esta coisa

nova eu eu descobri na minha mais recente mudança de template e que escarrapachei ali pró lado é muito útil! Eu, que apesar da minha teimosia e de aprender html à conta de muito queimar pestanas, nunca fui capaz de arranjar uma cena daquelas dos feeds ou rss's ou lá o que é e que serviria para me dizer quais os meus blogue(r)s favoritos que tinham acabado de publicar e quando. Nunca fiz a menor idéia de onde ir buscar tal coisa, se tinha que instalar software se não, se apenas teria que que aceder a um site tipo sitemeter, copiar códigos, sei lá, nunca descobri. Nem me esforcei muito, confesso. Apenas maldizia a minha sorte de cada vez que fazia mais uma ronda pelos favoritos e os descobria iguais, paraditos. Aparece agora esta funcionlidade, toda lindinha, no blogger que, diga-se em abono da verdade, tem feito algum esforço de modernização para se equiparar às outras plataformas teoricamente mais sofisticadas. E é ver, os meus favoritos todos ali ao lado, actualizados ao minuto. ...