que a dureza das decisões a tomar é directamente proporcional à sua capacidade para mudar o mundo. Ou apenas as nossas vidinhas insignificantes.
Hoje confirmei a preposição enunciada. De nó no estômago e na garganta mas nunca fui de águas paradas. Mesmo que isso me rasgue toda, me prive de doces prolongamentos de ilusões carinhosamente alimentadas por mim e pelos outros. Mesmo que o preço a pagar seja uma 'normalidade' que traz paz mas não preenche.
A coragem, por vezes, é o pior inimigo da felicidade. Mas a felicidade, para ser autêntica e não apenas um vislumbre que nos aquece o peito a espaços, tem que ser plena e partilhada.
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