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Não há palavra


que nos chegue para falar da morte de um Amigo.
Nada parece grande o suficiente, capaz de descrever a grandeza de quem partiu.
Nenhuma homenagem consegue simbolizar a falta, o vazio, a saudade, a lonjura do olhar que a morte do Mestre deixou em cada um dos seus amigos mais chegados, na família que o amava.
É por isso que ainda não consegui escrever sobre ele. Mas outros o têm feito e é também disso que se vai fazer esta homenagem.


De Álbum geral

De Álbum geral

Comentários

Teresa disse…
Sem conhecer a pessoa, só posso ter uma pena imensa da saudade que deixa.
No mais, concordo em tudo. Não há palavras para a ausência definitiva de um amigo, nem para a falta que nos faz.
Mar disse…
Tereza, o Joaquim Mestre, para além de um sonhador, visionário, defensor acérrimo da cultura como meio de desenvolviemnto de um povo, escritor, pintor, foi o grande criador da Biblioteca Municipal de Beja como a conhecemos hoje.
Oportunamente aqui deixarei o link para o encarte que vai sair sobre ele nos jornais locais.
E obrigada pelas tuas palavras. :-)
su disse…
eu acredito que não há morte. que isto que aqui vivemos é somente uma estação na grande viagem que é a nossa vida.

por isso, não choro por quem parte. prefiro celebrar o privilégio que tive por conhecer, por estar, por conviver com quem partiu.

e, um dia destes, também eu seguirei o meu caminho... partirei desta estação e, quem sabe, não voltarei a encontrar todos os meus companheiros de viagem que partiram antes de mim...
Mar disse…
Queria muito acreditar que é assim caminhante...:-)

E, apesar de chorar (pouco que é coisa que não consigo fazer) Por quem parte, celebro sempre o privilégio que tive por ter tido essas pessoas na minha vida, lá isso é verdade.

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