Avançar para o conteúdo principal

Rogério Ribeiro

para sempre em Beja. Até amanhã, camarada.







Olhou ainda o Ceú e Fez-se de Novo à Chuva (Rogério Ribeiro)


O Vento Soprou Mais Forte (Rogério Ribeiro)


Estendia a Mão Larga e Espessa aos Recém-Vindos (Rogério Ribeiro)


Trabalhadores! Operários e Camponeses (Rogério Ribeiro)


A Bicicleta Deslizou Suavemente como se Nenhum Peso Levasse (Rogério Ribeiro)


Ao Fim de Alguns Dias Voltaram a Chamá-la (Rogério Ribeiro)




in, Edições Àvante

O livro não fala de quaisquer homens ou mulheres, fala da luta do Partido Comunista Português, e estas imagens ambicionam ser também, de algum modo, um relato dessa luta.


Testemunho a somar aos de tantos camaradas neste caminho ambicioso, fecundo e fraterno, a rolar sobre os anos com uma inequívoca esperança. Será sempre até amanhã, camaradas.



Rogério Ribeiro

Comentários

cereja disse…
Bonita homenagem Mar.
O que se pode (e deve) lembrar a respeito de um artista é a sua arte.
E que boa escolha!
Mar disse…
Eu também achei, Emiéle.
E bonitas palavras as tuas. Obrigada.
cereja disse…
O Miguel Vale de Almeida também fez um excelente post
Afinal basta a parte gráfica, quase nem precisa de palavras.
Mar disse…
Sem dúvida, amiga. Afinal, as maiores emoções quase nunca precisam de palavras. :-)

Mensagens populares deste blogue

Escrevo

melhor na sombra. Em busca de um pouco de silêncio, volto a esta velha casa, tantos anos ponto de encontro de anónimos, sem amarras, sem nós.  É dificil escrever sobre o medo num local onde se reúnem filhos, irmãos, amigos com rosto, uns mais outros menos, quase nenhuns verdadeiros, quase todos voyers àvidos de vidas que não sejam a sua, sobretudo se houver sangue. Sao salas ruidosas e cheias de tudo, música em loop, filmes da vida real e muita ficção, conversas cruzadas de quem só pede um pouco de atenção, imagens de mundos ao alcance de poucos, quanto mais exótico melhor. São espaços abertos, imensos, demasiado amplos, sem horizonte à vista, cheios de gente aos encontrões, como migantes perdidos em busca de um chão. Andamos por ali, uns e outros, deambulando em scroll, todos conhecidos, todos atores de um teatro que não baixa nunca o pano. E sem espaço para parar, cansados, sem sermos ouvidos, percebemos que só precisamos de um pouco de silêncio. De abrir de novo a represa e...

Esta coisa

nova eu eu descobri na minha mais recente mudança de template e que escarrapachei ali pró lado é muito útil! Eu, que apesar da minha teimosia e de aprender html à conta de muito queimar pestanas, nunca fui capaz de arranjar uma cena daquelas dos feeds ou rss's ou lá o que é e que serviria para me dizer quais os meus blogue(r)s favoritos que tinham acabado de publicar e quando. Nunca fiz a menor idéia de onde ir buscar tal coisa, se tinha que instalar software se não, se apenas teria que que aceder a um site tipo sitemeter, copiar códigos, sei lá, nunca descobri. Nem me esforcei muito, confesso. Apenas maldizia a minha sorte de cada vez que fazia mais uma ronda pelos favoritos e os descobria iguais, paraditos. Aparece agora esta funcionlidade, toda lindinha, no blogger que, diga-se em abono da verdade, tem feito algum esforço de modernização para se equiparar às outras plataformas teoricamente mais sofisticadas. E é ver, os meus favoritos todos ali ao lado, actualizados ao minuto. ...