o sorriso.
a rasgar caminho, iluminando breu e medos.
Resolutamente, como se uma pedra sobre outra pedra e, de repente, um pilar e logo depois a ponte inteira.
Tão simples como a mais clara linguagem, mais complexo que o mais completo Tratado.
Sem dar por isso, um livro inteiro, aberto, traduzido, claro e lesto como água cristalina. Sem amarras. Como se os campos fossem tela em branco por onde riscar sem rumo ou plano e a seguir um poema brotasse da imensidão do verde.
As descobertas mais gratas fazem-se inesperadamente.
Resolutamente, como se uma pedra sobre outra pedra e, de repente, um pilar e logo depois a ponte inteira.
Tão simples como a mais clara linguagem, mais complexo que o mais completo Tratado.
Sem dar por isso, um livro inteiro, aberto, traduzido, claro e lesto como água cristalina. Sem amarras. Como se os campos fossem tela em branco por onde riscar sem rumo ou plano e a seguir um poema brotasse da imensidão do verde.
As descobertas mais gratas fazem-se inesperadamente.

*à ana prometo que é só mais esta, nem poderia deixar de ser, por tudo o que me diz a imagem e mais a frase...
Comentários
(obrigada)*
ana
Realmente o blogue que descobriste estava mesmo enterrado onde o arco-íris toca o chão.
(Parabéns, Ana!)
Não desfazendo em vocêzes..Volto mailogo, beijos!
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ana, eu é que agradeço. A inspiração que me trouxeste à conta das imagens magníficas que nos dás a ver. :-)
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Shark diz lá que a minha intuição me falha, diz?? Sabes que a amiga aqui não anda muito por aí mas quando anda vai sempre dar com o que mais interessa. :-)
E já lá fui ao Samuel, pena tenho é de não podermos ir todos em excursão amanhéin...