que só nos dão alegrias.
Coisas grandes, como o privilégio da leitura de originais ainda não publicados.
E coisas pequenas, como uma salada de tomate e atum em finais de tarde com o sol a pôr-se, magnífico.
Amigos para além do interesse, seja ele qual fôr. Descomprometidos, descontraídos, sem qualquer tipo de exigência que não a do usufruto da amizade, quando e no tempo em que ela fôr possível.
De quem nós, os amigos, dizemos todas estas coisas. De quem outros, os insuspeitos, dizem estas:
«O subconsciente fértil de Joaquim Mestre surpreende pela força, pelo excesso e pela crueldade. Também por um barroco de influência sul-americana que mistura a inocência com o monstruoso» «Joaquim Mestre é feito desse barro dos contadores de histórias que têm uma capacidade de sonhar sem fim» Mafalda Ivo Cruz, “Mil Folhas”, Público, 8/9/2001
«Em muitos aspectos, Joaquim Mestre aproxima-se do tom dos contos orais e tradicionais, da sua singeleza e do seu inimitável sabor (...) A prosa narrativa de Joaquim Mestre, fluente e luminosa na sua concisão e na sua simplicidade, consegue transmitir-nos sugestivamente todo este enredo de segredos, de pícaras façanhas de ocultação e avisos». Urbano Tavares Rodrigues, Jornal de Letras, 8/8/2001
"A Imperfeição do amor vem confirmar a originalidade da escrita de Joaquim Mestre, que evoca autores como Juan Rulfo ou Gabriel Garcia Marquez". Marcelo Teixeira
Coisas grandes, como o privilégio da leitura de originais ainda não publicados.
E coisas pequenas, como uma salada de tomate e atum em finais de tarde com o sol a pôr-se, magnífico.
Amigos para além do interesse, seja ele qual fôr. Descomprometidos, descontraídos, sem qualquer tipo de exigência que não a do usufruto da amizade, quando e no tempo em que ela fôr possível.
De quem nós, os amigos, dizemos todas estas coisas. De quem outros, os insuspeitos, dizem estas:
«O subconsciente fértil de Joaquim Mestre surpreende pela força, pelo excesso e pela crueldade. Também por um barroco de influência sul-americana que mistura a inocência com o monstruoso» «Joaquim Mestre é feito desse barro dos contadores de histórias que têm uma capacidade de sonhar sem fim» Mafalda Ivo Cruz, “Mil Folhas”, Público, 8/9/2001
«Em muitos aspectos, Joaquim Mestre aproxima-se do tom dos contos orais e tradicionais, da sua singeleza e do seu inimitável sabor (...) A prosa narrativa de Joaquim Mestre, fluente e luminosa na sua concisão e na sua simplicidade, consegue transmitir-nos sugestivamente todo este enredo de segredos, de pícaras façanhas de ocultação e avisos». Urbano Tavares Rodrigues, Jornal de Letras, 8/8/2001
"A Imperfeição do amor vem confirmar a originalidade da escrita de Joaquim Mestre, que evoca autores como Juan Rulfo ou Gabriel Garcia Marquez". Marcelo Teixeira

Depois do sucesso de "O Perfumista", com mais de 4 000 exemplares vendidos na primeira edição eis o seu terceiro romance, a 3 de Setembro em todo o país.
Votos do maior dos sucessos, meu amigo.
Comentários
Se achaste isso do Perfumista, TENS que ler este, vais ver esse universo do mágico ainda mais intensamente descrito. Outro para ti :-)