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Retalhos de Ternura para Memória Futura

"Mãe, quando eu te abraço assim, sinto o amor todo cá dentro".
sic: Raquel, 9 anos



amor maior
Klimt, Gustav

Comentários

jp(JoanaPestana) disse…
goza bem esta fase, que quando a gajinha menstruar vai-te dizer aos gritos que não te pode nem ver...ou não, tudo é parte da sorte
;)
Mar disse…
Pois é jp, é uma das nuances da ebulição hormonal...que esperemos não perdure por muitos anos ;-))

Mas tens razão, esta fase de abraços e beijos lambuzados e adoçicados e "porque é que eu gosto tanto de ti" repetido até à exaustão dá vontade de embalar numa caixinha para abrir daqui a uns anos ;-))
shark disse…
Ela estraga-te com mimos... :-)
Mar disse…
É que é mesmo, shark! Engane-se quem pense que é ao contrário;-)

(Bem...isto se não tivermos em conta que ainda ontem tive que ir esperar uma hora para ver os 4Taste e mais uma para esperar por autógrafos, amassada no meio de uma multidão juvenil em êxtase...) ;-)
cereja disse…
É um encanto e aquece-nos o coração...
Podemos gostar muito de crianças em geral (aliás é o meu caso) mas um filho... bolas, um filho é um filho! É um sentimento de amor tão forte e intenso que nunca se encontra a palavra certa para o descrever.
Se calhar ainda vou este fim-de-semana escrever um post assim p'ró piegas (apeteceu-me de repente!), mas sabes quando às vezes estou menos bem, recordo quando ele era pequenino, correr para mim uma grande corrida - daquelas de bater com os calcanhares no rabo - de braços abertos e carinha iluminada... e ainda hoje essa imagem me dá um calorzinho bom. Ser amada assim, só pelos filhos, Mar.
Mar disse…
É mesmo uma forma de amor inigualável Emiéle. É por isso que a nossa vida fica tão cheia depois de se ter um filho. Há sempre em nós esse calorzinho que descreves. :-)
Anónimo disse…
Vim agora do Pópulo, atrás de um link, e que belíssimo post escreveste, Mar.
Sorte a da Raquel e tua de se terem uma à outra.
Mar disse…
Bem vinda a este canto, joaninha.
:-)E sim, é uma sorte este milagre de nos vermos replicadas numa coisa pequena, parecida connosco mas com vontade própria. :-))
Anónimo disse…
A Emiéle «mandou-me» cá com o post dela, e fez bem. Que belo como se pode escrever o mesmo de formas tão diferentes, tal como tu e ela o fizeram.
(e sabem que me fizeram lembrar da minha mãe...?)
Mar disse…
Obrigada raphael e bem vindo.
É como digo, o Amor é indescritível, só mesmo vivê-lo e gravá-lo nas nossas almas. :-)

(e ainda bem que te serviu para essa lembrança, que mais podemos querer senão tocar dessa forma as pessoas que nos lêem?)
Anónimo disse…
!!! há há há (gargalhada) quando vocês descobrirem o que é o amor de um neto... e se tivermos disponibilidade total para a bricadeira sem o peso da responsabilidade da educação, isto é, com toda a responsabilidade da (des)educação responsavel, de que as avós são capazes às escondidas dos pais... então vocês vão ver como é doce as palavrinhas: Gosto muito de ti avó. É de ir às lágrimas de tanta felicidade.
Mar disse…
Espero mesmo lá chegar, espantação. ;-))))
Anónimo disse…
Atão não te cuides, não...

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