Longe da "exaltação" inicial da entrada na blogosfera, hoje, reduzo-me a um pequeno núcleo de blogues que me despertam interesse. Cada vez mais pequeno. Dispenso blogues sobre política, "noticiários" quase réplica dos restantes órgãos/meios de comunicação social. Não consulto os blogues de "colunáveis" da blogosfera pois por serem "de referência" despertam a minha veia "do contra" e, para além disso, vejo os seus autores noutros suportes a dizer as suas coisas, daí já não me apetecer ver o que dizem por esta via. Não tenho paciência para blogues quase só feitos de imagens, muito menos os que seguem à risca o mote "uma imagem vale mais que mil palavras". Para isso vou a sites de fotografia, que os há aos molhos, e escolho eu as fotos de que gosto. Cada vez menos me interessam as polémicas, os intensos debates sobre as opiniões/posições políticas e afins de uns quantos blogues opositores também tidos como "de referência...
um blogue que fala de apanhar estrelas, beijar bonecos de neve e adormecer nas nuvens.

Comentários
;)
Mas tens razão, esta fase de abraços e beijos lambuzados e adoçicados e "porque é que eu gosto tanto de ti" repetido até à exaustão dá vontade de embalar numa caixinha para abrir daqui a uns anos ;-))
(Bem...isto se não tivermos em conta que ainda ontem tive que ir esperar uma hora para ver os 4Taste e mais uma para esperar por autógrafos, amassada no meio de uma multidão juvenil em êxtase...) ;-)
Podemos gostar muito de crianças em geral (aliás é o meu caso) mas um filho... bolas, um filho é um filho! É um sentimento de amor tão forte e intenso que nunca se encontra a palavra certa para o descrever.
Se calhar ainda vou este fim-de-semana escrever um post assim p'ró piegas (apeteceu-me de repente!), mas sabes quando às vezes estou menos bem, recordo quando ele era pequenino, correr para mim uma grande corrida - daquelas de bater com os calcanhares no rabo - de braços abertos e carinha iluminada... e ainda hoje essa imagem me dá um calorzinho bom. Ser amada assim, só pelos filhos, Mar.
Sorte a da Raquel e tua de se terem uma à outra.
:-)E sim, é uma sorte este milagre de nos vermos replicadas numa coisa pequena, parecida connosco mas com vontade própria. :-))
(e sabem que me fizeram lembrar da minha mãe...?)
É como digo, o Amor é indescritível, só mesmo vivê-lo e gravá-lo nas nossas almas. :-)
(e ainda bem que te serviu para essa lembrança, que mais podemos querer senão tocar dessa forma as pessoas que nos lêem?)