de aproveitar os Sábados de manhã.
Reformulando: quando não me dá para a ronha e levantar depois da uma da tarde só porque posso e quero, levanto-me cedo aos sábados, só porque também posso.
As manhãs de Sábado fazem-nos sentir parte desta cidade, duma forma completamente diferente da que sentimos nos restantes dias da semana. Há uma azáfama saudável no ar, um movimento de pessoas que saem de casa porque querem, sente-se a serenidade de quem disfruta de um dia de descanso mas que escolhe passá-lo a tomar um café numa esplanada enquanto lê o expresso (pois) ou a deambular pelas lojas porque é esse o seu desporto preferido (pois...).
Sabe-me bem passear devagar pela "baixa", encontrar as mesmas pessoas que encontro a correr nos outros dias, dar dois dedos de conversa (fico muito mais simpática aos Sábados de manhã), gastar tempo a conversar com uma menina de três anos que me expilica que aquilo que tem na mão é uma fumiga.
Aos Sábados de manhã esfuma-se o sentimento de culpa porque se tem uma pilha de papéis na secretária, duas reuniões marcadas para a mesma hora em zonas opostas da cidade, o telemóvel não pára de tocar e o chefe já deve ter perguntado seis vezes por nós desde que saímos para ter ainda uma outra reunião antes das restantes.
E nem o cafézinho, tomado por entre as folhas da Única, sabe ao mesmo.
Reformulando: quando não me dá para a ronha e levantar depois da uma da tarde só porque posso e quero, levanto-me cedo aos sábados, só porque também posso.
As manhãs de Sábado fazem-nos sentir parte desta cidade, duma forma completamente diferente da que sentimos nos restantes dias da semana. Há uma azáfama saudável no ar, um movimento de pessoas que saem de casa porque querem, sente-se a serenidade de quem disfruta de um dia de descanso mas que escolhe passá-lo a tomar um café numa esplanada enquanto lê o expresso (pois) ou a deambular pelas lojas porque é esse o seu desporto preferido (pois...).
Sabe-me bem passear devagar pela "baixa", encontrar as mesmas pessoas que encontro a correr nos outros dias, dar dois dedos de conversa (fico muito mais simpática aos Sábados de manhã), gastar tempo a conversar com uma menina de três anos que me expilica que aquilo que tem na mão é uma fumiga.
Aos Sábados de manhã esfuma-se o sentimento de culpa porque se tem uma pilha de papéis na secretária, duas reuniões marcadas para a mesma hora em zonas opostas da cidade, o telemóvel não pára de tocar e o chefe já deve ter perguntado seis vezes por nós desde que saímos para ter ainda uma outra reunião antes das restantes.
E nem o cafézinho, tomado por entre as folhas da Única, sabe ao mesmo.
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