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APADEDICA*, não era?

Saí do serviço sem me recordar que, umas três horas antes, excepcionalmente hoje, tinha trazido o carro para as proximidades do mesmo, o que me levou a ter que voltar para trás a meio caminho já percorrido até ao parque onde habitualmente o deixo.
Entrei no carro com a preocupação de procurar o telemóvel que lá tinha deixado esquecido (as tais três horas antes), sentei-me, fechei a porta, encontrei o telemóvel e, quando me preparava para dar à chave que o meu subconsciente me dizia ter colocado na ignição...népia. Abri a porta para tornar a descer do carro e verificar se, por um acaso, teria atirado a chave para o assento (5 segundos antes, atenção) ou se a dita teria, porventura, caído algures entre o fora e o dentro da viatura.
Foi quando me debrucei para procurar entre os dois assentos da frente (já praguejando, note-se) que dei com a chave, calmamente encaixada na ranhura de prender o cinto de segurança**...

* APADEDICA - Associação Para a Defesa (gentil correcção feita pela Noite) dos Distraídos do Caraças, sócia fundadora Vague Marée Haute.

** Foi o diabo para a conseguir tirar, já dizia mal à minha vida, prevendo o fecho do cinto estragado e a chave partida ou torta, mas vá lá...Vá lá.

Comentários

A Tendinha disse…
Associação PAra a DEfesa dos DIstraídos do CAraças ;)

Eu sou perita em fait-divers com as chaves do carro, mas por acaso há muito que não tenho uma para contar... :P
Mar disse…
Ahhh! Então é APADEDICA! (era aquele PE que eu não conseguia mesmo traduzir, de facto não fazia sentido. DEfesa, claro! Toda a lógica. ;-)

Xii Noite, nem me fales, esta foi um must. Já para não falar da assistência - colegas às janelas dos gabinetes - a rir a bandeiras despregadas da minha pessoa!

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