
recebida por email
Para quem, como eu, por princípio e filosofia de vida, não é fundamentalista e torce o nariz à limitação das liberdades individuais, este tipo de campanha chega a ser um nadinha chocante.
E até nem fumo.
Um gajo já é ostracizado para uma salinha minúscula, o único local da empresa, escola, repartição, whatever, onde pode dar largas ao vício embora sob o olhar reprovador dos donos de supostos pulmões rosados e esponjosos. Como se já não bastasse, olha para o tecto e...
Comentários
Então, pergunto-me, qual a eficácia destas campanhas? E os 'aéreos' que se gastam nelas?
Porque como dizem os anglófonos: its my call.
Podia ter-me dado para trabalhar numa mina de carvão...
Tu e o teu modo particular de tratar estas questões, és sempre um must! *
(e este post ainda nem adiviinhava a saida da lei...) :-)