tarde já cai e uma espécie de poalha cinzenta cobre o areal.
Fecho os olhos enquanto o morno uterino me embala.
Distancio-me do som, da imagem, anestesio os sentidos e vou vogando, de braços abertos como um cristo.
Só eu e ele. E as suas lambidelas suaves pela minha pele.
É sempre ao mar que conto os meus segredos sagrados.
É sempre ao mar que conto os meus segredos sagrados.
Comentários
(desculpe se não limpei os pés antes de entrar e se o fiz sem pedir licença)
Disse lá para baixo que deixaria de lhes passar cartuxo na blogosfera tal como faço lá fora. São pessoas que me merecem apenas desprezo e mudo de passeio se os encontro.
Virem aqui só demonstra que estão muito desesperados e nem sei bem porquê (dona mad, falar de gajos casados..seriam polícias ou agentes de seguros que você tão bem conhece?)
Quanto ao senhor nikinho só lhe respondo que tenho a página da revista Sábado que atesta o seu extraordinário carácter e conheço bem o dono da casa de móveis que teve que lhe ir lá a casa buscá-los...
Mas não alimento conversas com os senhores. Foi o tempo de antena que tiveram, se insistem na figurinha de aqui vir, ou vão c'os porcos ou ficam a servir de alimento para peixes. Esta é a minha casa e não os quero cá. Andor!
E agora, descanse em paz, que não voltarei aqui. Você não merece que gaste os meus gigabites consigo.
Então bute lá, tudo ao molho que é para não perder muito tempo:
-Pois é, o dos seguros foi um dos que te deu tampa, viu qual era o teu tipo e fugiu, tinha-me esquecido.
Não te calo nem quero, filha, agora que falas sózinha, lá isso...mas é estranho, tão ressabiadinha que estamos, deu-te a pena de eu não te falar lá fora, nem te ligar, foi?
Olha que a policia judiciária militar não lhe pareceu esquizofrenia o desfalque, mas isso fica para quando eu estiver perto de um scanner.
Agora o rico, conveniente? A mim? Deve tar enganado, que de si nunca eu precisei para nada. Só se tiver sido você de mim, para lhe dar cobertura enquanto enganavam mais um.
E as coisas antigas, tiro se e o que quiser que o que fiz não costumo ter necessidade de tapar a seguir.
Fim de papo que eu até estou de férias e tudo trálará.
Leia tudo muito bem e não se fique pelas revistas. Peça a ajuda dos serviços do seu partido, que estão bem habituados em revolver a vida alheia e eles certamente que terão aquilo que você não quis ler.Olhe, e se eu entender que me está a acusar de alguma coisa, aí teremos que tratar do assunto noutras instâncias.
E tome cuidado, dona Mar, porque os telhados de vidro podem cair-lhe em cima. Garanto-lhe que podem.
Estou habituado às suas jogadas por baixo da mesa e à sua fidelidade à hipocrisia. Quero ver se não volto aqui, mas se tiver que ser....também estou de férias.
Gosto muito de telhados, hei-de começar uma série sobre isso.